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    IMA e Celesc querem unidade de conservação de quase 5 mil hectares

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    Saavedra
    Por Saavedra
    24/11/2019 - 10h40
    Usina do Bracinho está em operação desde 1931 (foto: Arquivo AN)
    Usina do Bracinho está em operação desde 1931 (foto: Arquivo AN)

    Com quase 5 mil hectares, área entre Joinville e Schroeder deverá se transformar na nova unidade de preservação da região. O Instituto do Meio Ambiente e a Celesc assinaram protocolo para dar inícios aos estudos para a criação da Unidade de Conservação do Bracinho. A área tem 4.780 hectares, em um dos maiores maciços florestais contínuos de mata atlântica, segundo o IMA.

    O instituto cita ainda a chance de abertura da unidade de conservação para visitas, além de possibilitar a continuidade das operações das usinas hidrelétricas do Piraí (Joinville) e do Bracinho (Schroeder). Piraí entrou em operação em 1908 e Bracinho em 1931.

    A outra unidade de conservação em estudos na região é a Reserva Biológica Estadual Vale das Nascentes, em Joinville, em área de 1,1 mil hectares, na região do rio do Julio. O processo está bem mais adiantado.

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