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    Joinville e região se mantêm em situação “gravíssima” em alerta de risco para coronavírus

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    Saavedra
    Por Saavedra
    22/07/2020 - 19h48
    Neste momento, não há medidas adicionais a serem adotadas a curto prazo em Joinville
    Neste momento, não há medidas adicionais a serem adotadas a curto prazo em Joinville (Foto: Mauro Schlieck, arquivo pessoal)

    A região de Joinville manteve a condição de situação “gravíssima” na classificação de potencial de risco para a pandemia, na avaliação feita pelo governo do Estado. A atualização, divulgada nesta quarta-feira, é semanal. Portanto, a região Nordeste se manterá nesse patamar pelos próximos sete dias, pelo menos. Não há medidas adicionais previstas neste momento em Joinville. As últimas foram tomadas pelo governo do Estado, com suspensão do transporte coletivo por 14 dias e prorrogação da suspensão das aulas presenciais até 7 de setembro.

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    A regional Nordeste tem 13 municípios, sendo Joinville e Jaraguá do Sul os mais populosos. O status se manteve no patamar mais elevado de alerta, o “gravíssimo”, mas a pontuação da região teve uma queda sensível em relação à semana anterior: passou de 3,60 para 3,50, em escala até 5. Outras oito regiões também estão na mesma situação de gravidade elevada. Há outras seis regionais com classificação “grave”. Apenas uma região está com risco considerado “alto”, de menor gravidade em relação aos patamares anteriores.

    O potencial de risco é montado com base em série de indicadores, como avanço de casos, ocupação de leitos, isolamento, capacidade de atendimento, testagem, entre outros. Pela matriz de riscos utilizada pela Secretaria de Saúde de Joinville, a pontuação da cidade é de 3,8, também em escala até 5. Essa pontuação já esteve em 4,2.

    Em resposta enviada à Defensoria Pública de Santa Catarina nesta semana, a Secretaria de Saúde de Joinville alegou que a situação “gravíssima” apontada na classificação estadual não implicava adoção automática de lockdown: ainda há medidas intermediárias a serem determinadas em caso de agravamento da pandemia.

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