Joinville começou 2026 com queda nas exportações. As vendas externas a partir da cidade ficaram em US$ 179 milhões no primeiro bimestre, redução de 16% em comparação com o mesmo período do ano passado. A diminuição no comércio com os Estados Unidos foi o principal motivo da retração. As importações a partir de Joinville somaram US$ 842 milhões em janeiro e fevereiro, variação de 0,4% acima do registrado no início do ano passado. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

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Em 2025, a parcela dos Estados Unidos nas exportações de Joinville sofreu impactos das tarifas do governo americano, mas as compras de outros países, em especial da Argentina, compensaram a queda. Ao final do ano, a cidade conseguiu exportar quase US$ 1,3 bilhão, em redução de apenas 5% em comparação com o ano anterior.

Agora, a diminuição das vendas para os Estados Unidos, em queda de 34% na comparação entre os dois bimestres, não teve compensação por outros países. Houve recuo no comércio com a Argentina, com variação negativa de 42% Os dois países foram os principais destinos nas exportações de Joinville no ano passado.

Em 2026, a liderança continua com os EUA, com fatia perto de 16%. A mudança foi na segunda posição, assumida pelo México, com 12,5% – as exportações de Joinville para o país aumentaram 18% em relação ao primeiro bimestre do ano passado. A Argentina ficou em quarto, com 10,5% (confira dados abaixo).

Exportações de Joinville em 2026

Resultado de janeiro e fevereiro

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Vendas de US$ 179,3 milhões – queda de 16,3% em relação ao primeiro bimestre de 2025

Principais destinos em 2026

No primeiro bimestre

1º) EUA     US$ 28,2 milhões

2º) México  US$ 22,4 milhões

3º) China    US$ 19,5 milhões

4º) Argentina US$ 19 milhões

5º) Holanda US$ 12,2 milhões