O sistema de acompanhamento de dados do alargamento das praias em Itapoá aponta a produção de até agora de 134 mil mudas de vegetação de restinga. Parcela já foi plantada. O plano é contar com até 280 mil mudas no replantio da vegetação de restinga, em procedimento para maior proteção de orla – as plantas auxiliar na fixação e estabilidade das dunas, o que ajuda no enfrentamento da erosão costeira.
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A recomposição costeira, com uso de parte da areia retirada do fundo do mar, na dragagem do canal externo da baía da Babitonga, tem previsão contratual de conclusão em setembro. As obras foram contratadas pelo Porto de São Francisco do Sul, em investimento de R$ 327 milhões (a maior parte do montante é formada pelo pagamento antecipado de tarifas portuárias pelo Porto Itapoá).
Após o alargamento nas praias Pontal do Norte e Princesa do Mar, as obras estão em andamento na última etapa, na Figueira do Pontal. As mudas são produzidas em viveiro, com uso de sementes e estolões coletados principalmente em Itapoá. São mudas de seis espécies, em lista com feijão-da-praia, capim-da-praia, bredo-da-praia, rabo-de-bugio (jacarandá-do-mangue), salsa-da-praia (batata-da-praia) e palma (quipá).
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Também são coletadas plântulas (estágio inicial da planta, logo na sequência da germinação) de espécies de arbustos, com aclimatação no viveiro na etapa seguinte. Depois, é feito o plantio no viveiro. Antes do plantio das mudas, é feita a conformação das dunas, com cercamento e sinalização para a proteção do local até o crescimento das plantas.


















