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    Saúde pública

    Mais SUS em Joinville

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    Saavedra
    Por Saavedra
    26/12/2018 - 04h30
    Foto: Tadeu Vilani/Agência RBS
    Foto: Tadeu Vilani/Agência RBS

    A saúde pública de Joinville teve um repasse maior do governo federal em 2018. Pelos dados do Fundo Nacional de Saúde, o Fundo Municipal de Saúde recebeu R$ 171,5 milhões neste ano, incluindo os R$ 2,2 milhões para investimentos. No montante vindo da União, a maior parte, R$ 124 milhões, é para bancar procedimentos em alta e média complexidade, ou seja, procedimentos realizados na maioria das vezes em hospitais e PAs.

    Em 2017

    No ano passado e em 2016, foram R$ 145 milhões anuais. A realização de mais procedimentos explica, em grande medida, o maior montante recebido da União em 2018. O repasse do governo federal não entra no cálculo da despesa com saúde da Prefeitura, feito somente com base em despesas próprias do município com o setor, a maior fatia para pagamento de pessoal.

    Economia da Baia da Babitonga

    Um retrato da Baia da Babitonga: a praia de Paulas, com o porto de Itapoá ao fundo. Na mesma imagem, a pesca e a atividade portuária, duas das principais atividades econômicas da região – o turismo completa a lista.

    Em Itapoá

    Itapoá começou a recuperação da orla, com pedras e estacas em 14 pontos atingidos por ressacas. A Prefeitura conseguiu R$ 2,1 milhões com a União.

    Condomínio

    Um condomínio logístico de 725 mil metros quadrados de área é um dos investimentos previstos para o entorno do novo traçado da BR-280, em São Francisco do Sul. Os lotes terão entre 6 mil e 25 mil m2. Naquele ponto, o DNIT deu início à construção das novas pistas da rodovia federal, em espécie de contorno de 9 km de extensão. A Prefeitura de São Francisco do Sul considera o condomínio retroportuário como um dos grandes investimentos privados previstos para a cidade.

    Portadores do futuro

    Uma novidade a ser incluída no Plano Diretor de Joinville é a definição de setores “portadores do futuro”, uma lista de atividades econômicas a receber incentivos (não são citados quais) do poder público. A relação começa por pesquisa em desenvolvimento de ciência, tecnologia e inovação e por projetos de cidades humanas inteligentes.

    Projeto da revisão

    Mais adiante, entram segmentos mais específicos, como fármacos, biotecnologia, tecnologia da informação, nanotecnologia, desenvolvimento de novos materiais, logística terrestre, aérea e marítima; novos materiais, internet industrial e economias verde e criativa. A lista está no projeto da revisão do Plano Diretor encaminhada pela Prefeitura à Câmara de Vereadores em dezembro.

    Portas abertas

    Está nos planos de Claudio Aragão (MDB), conforme entrevista à assessoria do Legislativo, abrir o prédio da Câmara à comunidade nos finais de semana.

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