Depois do Cemitério dos Imigrantes, agora é a vez do Museu Nacional da Imigração e Colonização a contar com regras de ocupação do entorno. A portaria sobre a proteção da construção, também tombada como patrimônio federal, foi publicada nesta terça-feira no Diário da União pelo Iphan. Entre as alegações para a preservação, estão o fato de o imóvel ter pertencido à Coroa portuguesa, sendo doado ao Príncipe de Joinville, além da arquitetura “imponente” e “palaciana”, com predomínio neoclássico.

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Desde o ano passado, o museu não está recebendo visitantes, com reabertura somente depois da reforma. A restauração e construção estão na fase final de licitação. O imóvel foi tombado em 1939 e o museu foi criado em 1957.

Assim como a portaria do Cemitério dos Imigrantes, publicada no no mês passado, o regramento sobre o museu traz critérios de gabaritos (altura das construções) e de recuos no entorno. A Alameda Brüstlein (rua das Palmeiras) mantém o status de bem protegido.

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