Um dos temas a serem definidos no planejamento da proposta de construção da ponte da Vigorelli será o tráfego de veículos pesados. A rota para a ligação sobre a baía da Babitonga cruza a área urbana de Joinville e estradas na área rural da parte continental de São Francisco do Sul, em acesso à Vila da Glória. A atual travessia é feita por meio de ferryboat. Na Ponte de Guaratuba, próxima da Vigorelli, o limite para veículos até 26 toneladas foi definido antes mesmo do início das obras, ainda em 2022.
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Imagens da Ponte de Guaratuba
Nesta semana, a proposta da ponte foi apresentada por representantes da Amunesc e governo do Estado ao Banco Mundial em reunião em Washington. O encaminhamento foi de análise de possíveis linhas de financiamento para as obras. Em setembro, será concluído o estudo de viabilidade da ponte, com definição de traçado, estimativa de custo, demandas ambientais, entre outras.
Neste momento, não há nenhuma estimativa sobre início de obras de ponte com aproximadamente 1,2 km, até porque o investimento será expressivo, acima de R$ 300 milhões. Há um interesse fazer por meio de concessão à iniciativa privada, mas será necessário aporte de recursos públicos. Além disso, a construção precisa passar por licenciamento ambiental.
Em Guaratuba, o governo do Paraná definiu o limite de até 26 toneladas e quatro eixos em 2022, em acordo com o Ministério Público para evitar o tráfego de veículos de grande porte em áreas urbanas nos acessos à Ponte de Guaratuba. A medida fez parte do licenciamento.
Em Joinville, o acesso à eventual ponte da Vigorelli a partir da BR-101 seria pelas estradas estaduais Hans Dieter Schmidt e Edgar Meister, que cruzam a Zona Industrial Norte, e pela avenida Santos Dumont. Na sequência, a rota cruza os bairros Vila Cubatão e Marinas até chegar à Vigorelli.
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No lado de São Francisco do Sul, há duas estradas. Uma delas, sem pavimentação, com acesso a Garuva. Já a via asfaltada faz o acesso à Vila da Glória. Após a localidade, há estrada de 10 km de extensão, com obras de pavimentação paradas há dez anos, dentro do programa Costa do Encanto. O governo do Estado está contratando estudo ambiental para tentar retomar as obras. A estrada faz acesso à região portuária de Itapoá.


































