A ampliação do píer de atracação do Tesc, em São Francisco do Sul, alcançou 50% de execução. Foi concluída a cravação das estacas de aço no mar (offshore). São as estruturas que darão sustentação à expansão do berço onde os navios atracam. As próximas fases, conforme o terminal portuário, serão de construção da superestrutura, por meio da concretagem de lajes, prolongamento da correia de embarque e instalação de equipamentos.

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A ampliação do píer, em investimento de R$ 100 milhões, vai permitir a ampliar a capacidade do Tesc, com possibilidade de atracação de dois navios ao mesmo tempo a partir da conclusão das obras, em outubro. A combinação do píer maior com o aprofundamento do canal externo da baía da Babitonga vai permitir a operação com cargueiros de maior porte.

“Realizar uma obra offshore paralelamente à operação do terminal é sempre um desafio, mas conseguimos concluir toda a etapa de fundação sem impactar a atracação e desatracação dos navios no berço”, afirma Giliano Costa, diretor de Projetos Estratégicos da ME Solaris. A empresa é a principal acionista do terminal e é controlada Oman Investment Authority.

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As estacas tubulares de aço em utilização na ampliação do píer estão sendo fornecidas pela ArcelorMittal Projects, unidade da ArcelorMittal especializada em soluções em aço para infraestrutura. São cerca de 770 toneladas de tubos estruturais utilizadas nas obras.

A ampliação do píer é a primeira fase do plano de modernização e expansão da capacidade do terminal. O projeto para a segunda fase da expansão está em processo de licenciamento ambiental, com previsão de início das obras no segundo semestre.

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O investimento estimado em mais de R$ 500 milhões inclui a construção de um novo armazém, dois silos e três tombadores de caminhão. O Tesc tem operação em movimentação de grãos vegetais, fertilizantes, produtos siderúrgicos, granéis sólidos, carga geral e cargas de projeto.