Após 8 anos, vira-lata caramelo é adotado em Jaraguá do Sul

Max foi adotado por família do Norte de Santa Catarina

Compartilhe:

Max tem 8 anos e meio (Foto: Gang dos Patinhas, Reprodução)

O vira-lata caramelo Max foi adotado após passar mais de oito anos em uma organização não governamental (ONG) de Jaraguá do Sul. A história do cão de olhos doces chamou atenção da comunidade do Norte catarinense e chegou até a Marita Richter, nova tutora de Max.

Continua após a publicidade

Novo capítulo para Max

Max foi resgatado de uma situação de maus-tratos quando tinha apenas seis meses de vida. Ele estava amarrado e desnutrido. Resgatado pela Gang dos Patinhas, ele recebeu tratamento, vacinas, castração e outros cuidados essenciais.

O cão foi “adotado” algumas vezes, mas as famílias acabaram o devolvendo ao abrigo após pouco tempo de convivência.

Continua após a publicidade

Veja fotos de Max

A sua história mudou ao conhecer Marita e sua família. Ela acompanhou a história do Max pelas redes sociais, se sensibilizou pelo fato do animal ter vivido por muito tempo em um abrigo, ser adotado e ser devolvido.

— Ao mesmo tempo da vontade de ajudar, veio o medo do porque ele sempre ia e vinha pro abrigo. Mas, quando o vi pela primeira vez eu me apaixonei, ele é dócil, tranquilo muito bonzinho — diz Marita.

Ele chegou na casa da família no dia 27 de setembro, com ajuda da Gang dos Patinhas, para se familiarizar com os outros cães da jaraguaense. São sete cachorros além dele e mais três gatos. Um dos felinos foi adotado recentemente após ser abandonado. A adaptação deu certo e Max já está se sentindo em casa.

— Aqui o Max recebe muito amor e carinho da gente, gosta de dormir, mas tem um espaço bem grande pra correr, adora andar de carro e está sempre atrás da gente olhando a onde você vai, é bastante curioso, tem a cama dele e gosta de ficar sossegado — diz feliz.

Continua após a publicidade

Outros cães aguardam por um lar

A Gang dos Patinhas, fundada há 16 anos, cuida de 55 animais, mas apenas 18 estão para disponíveis para adoção atualmente. Nove deles vivem em um canil custeado pela ONG. Os custos com as hospedagens, alimentação e cuidados, gira em torno de R$ 5,5 mil por mês. Já outros nove estão em lares temporários, mas a Gang ainda oferece alimentação e suporte.

Outros 37 animais também estão sob responsabilidade da ONG, mas não estão disponíveis para adoção, ou porque ficaram idosos, ou porque foram resgatados por protetoras — e a Gang dá o suporte.

Continua após a publicidade

Além desses casos, a equipe também ajuda os animais da comunidade carente e outros que vivem na rua.

— Fazemos bazar uma vez por mês para nos ajudar com os custos, e temos cofrinhos espalhados em alguns estabelecimentos comerciais na cidade. E, claro, a comunidade também nos ajudar através de doações espontâneas via Pix — conta a ONG.

Continua após a publicidade

Leia também

Gato “atípico” de Joinville soma milhões de visualizações e tem fãs dos EUA à Tailândia

Cachaça produzida por família de Jaraguá do Sul é reconhecida em competição internacional

Continua após a publicidade

Gigante têxtil reinaugura maior loja da rede com festa para o público em Jaraguá do Sul