Compras para Dia dos Pais foram menores em relação ao ano passado em Blumenau, diz pesquisa

63% dos comerciantes ouvidos informaram que venderam menos em comparação a 2019

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Centro de Blumenau (Foto: Patrick Rodrigues)

Mais da metade dos comerciantes de Blumenau que participaram de uma pesquisa da CDL disseram que as vendas no último Dia dos Pais foram piores em relação ao ano passado. O abre e fecha do comércio, a crise econômica e a preocupação com o coronavírus refletiram no comportamento dos consumidores neste mês. O levantamento foi feito pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) Blumenau entre os dias 10 e 13.

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Foram ouvidos empresários de diversos segmentos, como roupas e calçados (28,6%), joalherias, óticas e relógios (13,04%), lojas de variedades, utilidades para o lar e decoração (10,8%), supermercados e alimentação (8,69%), móveis e eletrodomésticos (8,69%), entre outros (30,52%).

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De forma geral, 28,3% apontaram que as vendas foram boas e a mesma quantidade (28,3%) disse que foram ruins, para 26,1% foram regulares e para 17,4% ótimas. Do total, 63% informaram que venderam menos em comparação a 2019.

O valor médio gasto pelos clientes foi de até R$ 100 para 45,7% dos entrevistados. Para 17,4% dos entrevistados o valor ficou entre R$ 101 e R$ 150 e 17,4% informaram que variou de R$ 151 a R$ 200. 19,5% disseram que o ticket médio foi acima de R$ 200.

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O cartão de crédito foi o preferido dos consumidores na hora de pagar as compras (60,9%). O pagamento à vista (dinheiro ou débito) foi escolhido por 32,6% dos clientes. E 6,5% optaram por pagar no boleto.

Setores 

O setor que amargou os piores índices foi o de relógios, jóias e ótica. 83,3% dos entrevistados alegam que as vendas foram regulares ou ruins. O que teve números mais animadores foi o de alimentação, como os supermercados. Para 100% dos entrevistados as vendas foram boas (25%) ou ótimas (75%).

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A relação dos estabelecimentos com as redes sociais é positiva: 78,2% usam as redes sociais para mostrar os produtos e se relacionar com os clientes, sendo que a metade destes oferece o serviço de entrega. E 21,8% disseram que não usam as redes sociais ou, quando utilizam, não se relacionam com os consumidores nestas plataformas.