Muitos lugares são mundialmente reconhecidos por sua dificuldade de acesso. Inclusive, o Brasil tem alguns lugares assim, como a famosa “Ilha das Cobras”. Contudo, nada se compara com a ilha no local mais remoto do mundo, considerada pela UNESCO um patrimônio da humanidade. Estamos falando mais precisamente da “Ilha Inacessível” na região de Gough.
O que são as Ilhas Inacessíveis e de Gough?
Antes de mais nada, as Ilhas Inacessíveis e de Gough são ilhas que ficam no Oceano Atlântico, segundo o Smithsonian Institution, a ilha fica a cerca de 40 km a Sudoeste do arquipélago de Tristan da Cunha. A região conta com um vulcão, que formou o local geológicamente em uma ilha de rochas vulcâncas a cerca de 1 milhão de anos atrás.
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Características das ilhas
De acordo com o site da Unesco, a Ilha Inacessível e outras do arquipélago de Gough são algumas das mais intocadas do mundo. Sendo assim um importante ponto de preservação da fauna e da flora. Seguindo com um grande número de espécies e de biodiversidade que distinguem o arquipélago de qualquer outro lugar do mundo.
Além disso, os grandes penhascos formados por rochas vulcânicas e que se erguem de forma imponente acima do mar se tornaram algumas das principais colônias de aves marinhas do mundo. Já que espécies como Albatrozes e Pinguins se utilizam da vida marinha e da pouca ou nenhuma interferência humana para se reproduzir.
Por que a ilha é tão inacessível?
Em geral, as Ilhas Inacessíveis e de Gough são pouco acessadas por diversos aspectos. Conforme a UNESCO, os principais são o fato das Ilhas estarem cercadas por mais de 12 milhas nauticas, cerca de 22 km de área protegida pela Marinha. Ao mesmo tempo que é rodeada por mais de 2 mil milhas náuticas, mais de 3700 km de oceano aberto. Por fim, quem chega lá, mesmo com todos esses obstáculos encara um dos climas mais hostis do planeta.
Quem administra a região?
Por fim, é importante trazer que as Ilhas Inacessíveis e de Gough são pertencentes ao território de Tristan da Cunha. Sendo que este por sua vez é um território ultramarino do Reino Unido. Entretanto, Tristan da Cunha tem um governo autônomo, que conta com departamento de preservação, mas que divide os cuidados desse patrimônio da Unesco com o Reino Unido.
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