Morre Carla, elefanta que fugiu de zoológico em Santa Catarina em 2011

Nove anos atrás, Carla derrubou a cerca e fugiu de um zoo de Salete, no Alto Vale do Itajaí

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Carla quando foi resgatada em Salete, no Alto Vale. (Foto: Patrick Rodrigues, BD, 2011)

Morreu nesta quinta-feira (24), no Rio de Janeiro, a elefanta Carla. O animal ficou conhecido no fim de 2011 quando fugiu de um zoológico na cidade de Salete, no Alto Vale do Itajaí. Na época, ela destruiu uma cerca elétrica, passou por um fosso, atravessou a cidade e foi parar à beira de um rio. Foi preciso acionar biólogos e especialistas de outras áreas do Estado para auxiliar no resgate.

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Depois do fato, Carla — que na época tinha 3,5 toneladas e 2,5 metros de altura — foi encaminhada ao Jardim Zoológico do Rio de Janeiro, onde estava desde então. O incidente envolvendo a elefanta ainda motivou o fechamento de um park hotel onde ficavam outros animais — uma operação do Ibama chegou a retirar dois tigres, um leão, três onças pintadas, uma jaguatirica, dois pumas, duas elefantas, 15 araras, seis papagaios, 20 macacos, seis avestruzes e quatro emas do local.

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Segundo o RioZoo, a estimativa é de que Carla já tivesse entre 50 e 60 anos, uma idade avançada para a espécie, que mesmo sob cuidados humanos dificilmente passa das cinco décadas de vida. Ela morreu por conta da idade. Nas redes sociais, a instituição promete, ainda, “uma série de homenagens” à elefanta.

“Carla chegou ao antigo zoológico do Rio de Janeiro em 2011 e, desde então, recebeu todo o carinho, atenção e tratamento digno de nossa equipe que sempre colocou seu bem-estar em primeiro lugar. Durante todo esse tempo, Carla fez parte de boas memórias não apenas para nós que tínhamos o prazer de poder conviver com ela, mas de todos que tiveram a oportunidade de conhecê-la”, disse o RioZoo em nota.