Renda média do trabalhador de SC cresce e é a quarta maior do país

Taxa de desemprego catarinense foi de 3,6% no terceiro semestre, divulgou o IBGE

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renda média catarinense

Rendimento médio do catarinense cresceu acima da inflação (Foto: Canva)

O rendimento médio habitual dos trabalhadores de Santa Catarina cresceu R$ 82 (2,5%) no terceiro trimestre do ano, chegando a R$ 3.343,00, segundo a Pesquisa de Amostras a Domicílio (Pnad) Contínua divulgada pelo IBGE nesta quarta-feira (22). A taxa de desemprego foi de 3,6% no período, se mantendo praticamente estável.

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Entre julho e setembro deste ano, o rendimento catarinense cresceu acima da inflação do país, medida pelo IPCA, que foi de 0,7% no período.

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Santa Catarina manteve a mesma posição no ranking de renda média por estado do segundo trimestre, ficando atrás do Distrito Federal (R$ 4.926), Rio de Janeiro (R$ 3.635) e São Paulo (R$ 3.605). O rendimento médio nacional foi de R$ 2.982 entre julho e setembro deste ano.

Taxa de desemprego de SC é a 3ª menor

A pesquisa do IBGE também mostrou que, do total de 6,1 milhões de pessoas com idade para trabalhar em Santa Catarina, 147 mil estavam desocupadas no período. A taxa de desemprego catarinense (3,6%) segue a terceira menor do país e bem abaixo da média nacional (7,7%).

Veja estados com menores taxas de desemprego

  1. Roraima: 2,3%
  2. Mato Grosso: 2,4%
  3. Santa Catarina: 3,6%
  4. Mato Grosso do Sul: 4%
  5. Paraná: 4,6%
  6. Rio Grande do Sul e Tocantins: 5,4%

Taxa de informalidade de SC é a menor do país

O número de catarinenses na informalidade no terceiro trimestre era de 1 milhão e 68 mil pessoas, correspondendo a 26,8% dos 4 milhões ocupados.

Santa Catarina permanece com a menor taxa de informalidade nacional, seguida pelo Distrito Federal (30,6%) e São Paulo (31,3%).

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A taxa de informalidade leva em conta cinco categorias de emprego informais:

  • Trabalhadores do setor privado sem carteira assinada
  • Trabalhadores domésticos sem carteira assinada
  • Empregadores sem registro no CNPJ
  • Trabalhadores por conta própria sem registro no CNPJ
  • Trabalhadores familiares auxiliares

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