Tem gente que vai ao Beto Carrero World para repetir as atrações favoritas. Tem quem goste de explorar as novidades. E tem ainda os que preferem viver tudo no improviso. Mas existe uma forma de deixar uma visita ao BCW ainda mais engraçada e memorável: transformar o dia em um pequeno jogo. Não precisa de prêmio, ranking oficial nem competição séria. Basta combinar com sua turma alguns desafios que devem ser cumpridos ao longo do dia e ver quem consegue realizar mais missões até o fim do passeio.
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A proposta aqui não é transformar a visita em uma corrida frenética nem em uma competição séria. Pelo contrário. A ideia é usar a gamificação para olhar o parque de outro jeito, prestar mais atenção ao ambiente e criar uma história própria para lembrar depois.
Essa brincadeira pode ser feita entre amigos, em casal, em família ou até como um jogo individual para quem gosta de se propor pequenas tarefas durante o passeio. Listamos alguns desafios a seguir, mas a proposta é que os visitantes criem seus próprios jogos.
Desafio 1: Fazer um combo de atrações
A primeira missão é simples e funciona como motor do dia. Escolha um número de atrações para cumprir, como três, cinco ou sete, de acordo com o perfil do grupo. O mais divertido é não deixar esse combo totalmente solto. Vale estabelecer que pelo menos uma atração seja radical, uma seja para rir em grupo e outra seja algo que ninguém do grupo tinha feito antes.
Esse desafio é legal porque já organiza o passeio sem engessar demais. Ele cria uma meta, mas permite que o grupo negocie a ordem conforme o movimento do parque e a disposição do momento.
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Desafio 2: Cruzar o maior número possível de áreas temáticas
Muita gente passa pelo parque focada apenas nas atrações mais conhecidas e acaba não percebendo os detalhes das áreas temáticas. Por isso, a segunda missão é circular. O objetivo pode ser escolher quantas áreas temáticas devem ser visitadas e registrar pelo menos uma lembrança em cada uma.
Entre NERF Mania, Triplikland, Ilha dos Piratas, Hot Wheels, Madagascar, Avenida das Nações, Cowboyland e Vila Germânica, há muito o que ser visto no Beto Carrero World.
Esse é um desafio interessante porque não depende só de coragem. Ele exige atenção ao mapa, senso de percurso e vontade de olhar o parque além do básico.
Desafio 3: Tirar fotos em lugares bem diferentes
Esse é um dos desafios mais fáceis de adaptar. A ideia é eleger três ou quatro tipos de fotografias e sair em busca delas ao longo do dia. Uma imagem em área temática, uma foto em espaço aberto, uma foto ao entardecer e uma foto de comida, por exemplo.
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Como o parque reúne fachadas, áreas abertas, ambientes tematizados e apresentações em horários específicos, esse tipo de proposta ajuda a transformar o passeio em narrativa visual e é ótimo entre grupos, porque cada pessoa pode interpretar a missão de um jeito.
O valor desse desafio está menos em postar e mais em prestar atenção. Quando a pessoa começa a procurar enquadramentos, ela passa a notar luz, cenário, movimento e pequenos detalhes que antes passariam despercebidos.
Desafio 4: Experimentar algo que você normalmente deixaria para depois
Todo visitante tem uma zona de conforto, que pode ser um brinquedo, um show, um restaurante. A ideia aqui é fazer alguma coisa que você normalmente não faz ou inverter a lógica.
Pode ser ver uma apresentação, entrar em uma atração mais tranquila, testar um brinquedo novo para o grupo ou parar para comer em um lugar que não seria sua escolha automática.
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Isso faz sentido em um parque tão plural quanto o Beto Carrero World, que reúne atrações, shows e alimentação temática em um mesmo dia de visita.
No fim, esse costuma ser um dos desafios mais interessantes porque muitas vezes a melhor surpresa do dia está justamente no que não parecia prioridade.
Desafio 5: Encarar uma dose de coragem
Por fim, uma missão clássica. Se o grupo topar, cada pessoa precisa enfrentar uma atração que cause algum frio na barriga. Não precisa ser necessariamente a mais intensa do parque, mas deve ser algo que exija um empurrãozinho de coragem.
Por exemplo, tem gente que encara os loopings da Fire Whip numa boa, mas morre de medo de entrar no Portal da Escuridão. Aqui, o importante é que o desafio seja pessoal e real.
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Quando todo mundo entra na brincadeira, esse momento vira um dos mais engraçados do passeio. Sempre existe quem faça discurso antes, quem mude de ideia na fila e quem saia dizendo que iria de novo.
No fim, sobram boas histórias
Transformar o dia no parque em uma sequência de desafios costuma surtir um efeito intenso e duradouro. Cada missão cumprida vira assunto, piada interna, memória compartilhada. Em vez de perguntar só o que você fez, as pessoas começam a perguntar como foi o jogo.
Agora vale a provocação. Quantos desses desafios você conseguiria completar em um dia?

