O apresentador Ratinho é um dos investidores de um novo empreendimento em Santa Catarina, instalado em meio à natureza em uma pequena cidade catarinense. Junto com a urbanizadora ABecker, o município de Garuva foi escolhido para receber o condomínio Mirante da Serra devido a sua localização estratégica, perto de grandes polos como Joinville e Curitiba, e por, ao mesmo tempo, ser um município calmo e pequeno.
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Segundo dados de 2025 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a estimativa é que Garuva tenha 19,9 mil habitantes, tendo se tornado um município apenas em 1964 quando foi desmembrada de São Francisco do Sul.
Veja fotos do local na serra em Garuva
Abecker destaca que, além da visão privilegiada do local, em meio à serra de Garuva, o endereço também é estratégico, já que fica na divisa com o Paraná e também é próximo de Joinville, a maior cidade catarinense, que conta com diversas empresas, escolas, aeroporto e outros atrativos.
— Garuva hoje é uma das cidades que mais crescem por causa do Porto de Itapoá. Eu creio que esse empreendimento vai elevar o nível [no número] de moradores de Garuva. Então, a pessoa que hoje está trabalhando lá e quer ter uma área de lazer, muitas delas são de São Paulo, vem para cá durante a semana, vão adquirir um condomínio com segurança voltado para a natureza, a qualidade de vida. Vão acabar trazendo as famílias — destaca Anderson Abecker, CEO da urbanizadora.
No próximo sábado (7), inclusive, Ratinho vem para a cidade participar de uma ação da urbanizadora. Haverá uma festa de lançamento do condomínio Mirante da Serra. O evento é aberto para investidores e interessados em adquirir um imóvel.
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Confira fotos turísticas de Garuva
A história de como Garuva foi criada
De acordo com informações registradas no site do IBGE, a primeira tentativa de implantar o município de Garuva aconteceu em 1841, com o colonizador francês Benoit Jules de Mure. Ele inspirou-se num projeto do filósofo francês Charles Fourier e planejava a implantação de uma comunidade baseada no socialismo utópico.
“As propostas revolucionárias foram postas em prática em duas léguas de terra da antiga Península do Saí, às margens da baía de São Francisco. A estrutura baseava-se em uma colônia de produção e consumo, mas o sistema não deu certo. A iniciativa de colonizar a região, contudo, originou o povoado de São João do Palmital, ligado a São Francisco do Sul”, diz o texto.
Ainda segundo o IBGE, a maioria dos moradores da colônia seguiu para o norte do Estado
à procura de trabalho e, próximo a BR-101, formou outra comunidade, onde hoje fica a sede do município. Somente a partir de 1914, com a chegada dos portugueses Cândido da Veiga e Tolentino Salvador, a localidade progrediu com mais rapidez.
O movimento popular pela emancipação do distrito começou em 1963 e culminou em 29 de fevereiro de 1964, quando Garuva foi desmembrada de São Francisco do Sul, tornando-se município autônomo.
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Segundo a Câmara de Vereadores da cidade, os limites atuais do município de Garuva são: ao Norte com o estado do Paraná, ao Sul com Joinville e São Francisco do Sul, ao Leste com Itapoá, ao Oeste com Campo Alegre.
O território de Garuva abrange as seguintes localidades, além da região central: Três Barras, Barrancos, Palmital, Sol Nascente, Baraharas, Mina Velha, Caovi, Garuva Acima, São João Abaixo, Bom Futuro, Rio Turvo, Urubuquara, Say Guaçu e Quiriri.
Quanto ao nome Garuva, segundo os moradores mais antigos, provém de uma árvore de cor amarelada, outrora abundante na região. Mas, não se tem nenhum registro oficial que confirme a origem deste nome, diz a Câmara.





















