O aliado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Jason Miller, xingou o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva na tarde deste domingo (4), em resposta a uma declaração dada por Lula sobre os ataques feitos na Venezuela que resultaram na captura de Nicolás Maduro. A ofensiva aconteceu na madrugada de sábado (3).
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Em uma rede social, Miller faz um comentário com xingamento em resposta à declaração de Lula, “Vá se f…, Lula. Agora todos nós sabemos qual é a sua posição”, escreveu.
Veja a publicação
F you, Lula. Now we all know where you stand!
— Jason Miller (@JasonMiller) January 4, 2026
“Brazil says US crossed 'unacceptable line' on Venezuela as officials track border” https://t.co/Xe26A7to6q
Lula disse que EUA cruzaram “linha inaceitável”
O xingamento de Miller faz referência ao posicionamento de Lula ainda no sábado, onde o presidente do Brasil chamou os ataques à Venezuela de “inaceitáveis”.
“Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional”, diz trecho do texto do presidente Lula publicado no X.
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Para Lula, a ação militar é uma flagrante violação do direito internacional e abre espaço para um mundo de “violência, caos e instabilidade”. O presidente ainda defendeu, na publicação, que a “ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz”.
Veja as fotos dos ataques à Venezuela
Entenda
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, em uma rede social, que uma ação do país americano capturou, ainda no sábado, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. Durante a madrugada, o governo venezuelano chegou a declarar emergência e convocou um plano de mobilização para “derrotar agressão imperialista”, conforme o comunicado.
Agora, a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, assumiu de forma interina a presidência, conforme determinação do Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela, por 90 dias.






