Criado no auge da Guerra Fria, o B-2 Spirit permanece como o avião militar mais caro e furtivo do planeta. Com autonomia de voo impressionante, tornou-se símbolo da Força Aérea americana.
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Pouco mais de 20 unidades foram construídas, e apenas 19 seguem em operação. Seu valor bilionário e suas missões históricas reforçam o status de lenda nos céus.
Mesmo após mais de três décadas desde sua estreia, o modelo continua sendo peça-chave em conflitos estratégicos, graças à sua furtividade e resistência.
Um recorde que marcou época
Em 2001, durante a guerra no Afeganistão, seis B-2 abriram caminho para os EUA. Um deles protagonizou a missão de combate aéreo mais longa da história, voando por mais de 70 horas com uma pausa de apenas 45 minutos.
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Esse episódio provou que a aeronave não é apenas imponente, mas também confiável e resistente em condições extremas. O feito entrou para os registros da aviação como exemplo de ousadia tecnológica.
Como o avião “desaparece”
O segredo do B-2 está em sua tecnologia stealth, que absorve ondas de radar e impede que sejam refletidas de volta aos sistemas inimigos. Somado ao formato de “asa voadora”, o modelo consegue confundir até os sistemas antiaéreos mais avançados.
Na prática, isso permite que a aeronave entre em territórios hostis sem ser identificada, carregando bombas pesadas e realizando ataques com máxima eficiência
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Poder e raridade no mercado militar
O programa que originou o B-2 Spirit começou nos anos 1980, e seu primeiro voo foi em 1989. Desde então, a aeronave se destacou pelo preço elevado: cada unidade é avaliada em cerca de US$ 2,1 bilhões, tornando-se a mais cara já produzida.
Essa raridade aumenta o peso simbólico do bombardeiro. Ele não é apenas uma arma de guerra, mas também um ícone econômico e estratégico para os Estados Unidos.
Estrela em guerras e em Hollywood
O B-2 Spirit atuou em diversas missões reais, incluindo operações na Sérvia, no Afeganistão, no Iraque e na Líbia. Em 2025, foi usado contra instalações nucleares iranianas, reafirmando seu papel na defesa americana.
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Além disso, a aeronave conquistou espaço na cultura pop, aparecendo em grandes filmes como Homem de Ferro 2, Independence Day e Capitã Marvel. Sua presença nas telas reforça o imaginário de poder e mistério em torno da arma.
Você sabia que pode comer mais batatas e ganhar menos peso? A pergunta, que parece contraditória, é o ponto de partida de um vídeo viral no TikTok da bioquímica e bióloga molecular Ariadna Subasic.
Considerada por muitos uma vilã da dieta por seu alto teor de carboidratos, a batata, na verdade, não merece a fama. Consumida da maneira correta, ela pode ser uma grande aliada da sua saúde.
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A especialista explica que a batata é rica em amido, um tipo de carboidrato que, ao ser digerido, causa picos de glicose no sangue. No entanto, é possível alterar a estrutura do amido e reduzir esses picos.
O segredo? Um processo simples na cozinha que melhora a digestão e ainda traz benefícios para o seu intestino.
O truque para reduzir o índice glicêmico da batata
O truque é muito simples. Depois de cozinhar a batata, você deve levá-la à geladeira e deixá-la esfriar completamente.
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“Dessa forma, a estrutura do amido muda, ele fica mais compacto e cristalino, em um processo chamado retrogradação”, detalha a bióloga.
Ao resfriar, o amido se transforma em um “amido resistente”, que não se decompõe no intestino delgado.
Entenda as propriedades do amido resistente
O amido resistente oferece vários efeitos positivos para o corpo. Por não ser digerido facilmente, ele não causa picos de glicose e aumenta a sensação de saciedade.
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Além disso, ele funciona como um prebiótico, alimento para as bactérias boas do seu intestino. Ariadna Subasic explica que esse amido chega intacto ao cólon, onde a maioria das bactérias intestinais vive.
Elas fermentam o amido, gerando ácidos graxos de cadeia curta, que protegem o intestino e têm efeitos anti-inflamatórios.
O segredo também funciona com outros alimentosA boa notícia é que você pode usar o mesmo truque em outros alimentos. A especialista afirma que a técnica de cozinhar e resfriar também é eficaz para alimentos ricos em amido, como arroz, macarrão e batata-doce. E se você não gosta de comida fria, não se preocupe: a batata pode ser reaquecida após o resfriamento sem perder essas propriedades benéficas.
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