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Música

Baterista é expulso do The Offspring por não tomar vacina contra Covid

Músico alegou que decisão foi embasada em recomendação médica por sofrer de síndrome rara

03/08/2021 - 21h47 - Atualizada em: 04/08/2021 - 11h47

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Redação
Por Redação Hora
 Pete Parada estava na banda desde 2007
Pete Parada estava na banda desde 2007
(Foto: )

Desde 2007 como baterista do grupo The Offspring, Pete Parada foi expulso da banda por não tomar a vacina contra a Covid-19. A revelação foi feita pelo músico através de um texto publicado em suas redes sociais na segunda-feira (2). 

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"Eu tenho algumas notícias infelizes e difíceis para contar", comaça a postagem no Instagram em que pede desculpas aos amigos e familiares que ainda não sabiam sobre o ocorrido:

"Eu sei que muitos dos meus amigos próximos e família iriam preferir saber disso de forma privada [...] mas eu não sei como falar sobre isso mais de uma vez".

Na mesma publicação o baterista justifica o motivo porque, até então, não havia sido vacinado contra o coronavírus, responsável por bilhares de mortes em todo o mundo desde 2019. 

"Devido a meu histórico médico pessoal e o perfil dos efeitos colaterais dessas vacinas, meu médico me recomendou a não ser vacinado nesse momento. Eu peguei o vírus há mais de um ano, foi moderado para mim, então tenho confiança de que poderia lidar com ele novamente, mas não tenho certeza que sobreviveria mais um pós-vacinação com Síndrome de Guillain-Barré, que eu tenho desde a infância e piorou ao longo da minha vida. Infelizmente para mim (e para a minha família - que gostaria de me ter vivo por mais um tempo) os riscos são muito maiores que os benefícios", continuou.

A Síndrome de Guillain-Barré é um distúrbio neurológico autoimune raro, em que o sistema imunológico danifica as células nervosas e tem causa desconhecida. É estimado que uma ou duas pessoas em cada 100 mil apresentem o caso por ano.

Na última semana, segundo a Revista Quem, a Anvisa notificou 34 casos de reações relacionados a diferentes vacinas contra a Covid, mas afirmou que continua recomendando que todos tomem o imunizante. Segundo a agência, a maioria das pessoas se recupera totalmente do distúrbio. Em todo o mundo, cerca de 7,5% dos casos resultam em morte.

*Com informações da Revista Quem

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