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    Bombeiros apontam ação humana em incêndio que matou cadeirante em Xanxerê

    Segundo laudo, não foi o carregador que causou incêndio. Linha de investigação ainda não foi definida pela Polícia Civil, que aguarda laudo do IGP

    14/01/2020 - 18h40

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    Clarissa
    Por Clarissa Battistella

    O caso do cadeirante, de 31 anos, que morreu no último domingo (12), cinco dias depois de ter mais de 50% do corpo queimado, devido a uma suposta explosão no carregador de celular, sofreu uma reviravolta nesta terça-feira (14). O laudo do Corpo de Bombeiros informou que o incêndio não foi acidental, mas causado por ação humana.

    De acordo com informações dos Bombeiros, a perícia foi realizada no carregador, no smartphone da vítima e, também, na rede elétrica da casa. Na avaliação, nenhuma evidência de acidente foi encontrada.

    As informações foram repassadas à Polícia Civil, que aguarda ter em mãos, também, o laudo do Instituto Geral de Perícias (IGP-SC).

    Delegado responsável pela investigação, Evandro Luiz Oliveira de Abreu, disse que ainda é cedo para definir uma linha de investigação e que vai aguardar o resultado da perícia do IGP para confrontar as informações e analisar os vestígios de ambos os lados.

    — Ainda temos oitivas a fazer, laudos para analisar. Mas não descarto qualquer hipótese, nem de homicídio, nem de um possível suicídio — afirmou.

    A assessoria do Instituto Geral de Perícias informou que o laudo já foi concluído, porém o resultado ainda não foi divulgado.

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