Quem passou pelo Centro de Joinville na manhã desta quinta-feira (27) notou que havia algo estranho na região. O chafariz da bailarina, que atrai a atenção de diversas pessoas principalmente nos dias de calor, amanheceu sem o busto. Nas redes sociais, alguns moradores acreditaram que parte da estátua poderia ter sido roubada, no entanto, há outra explicação para a falta da peça.
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O monumento, instalado na Praça Bailarina Liselott Trinks, às margens da Avenida Juscelino Kubitscheck, está passando por uma manutenção programada. Para que a parte superior pudesse receber limpeza interna, parte do monumento foi removido durante a quarta-feira (26) e levado até a sede do Instituto Senai, na Zona Norte de Joinville. Esse é o motivo pelo qual o chafariz está desligado e parte do monumento não se encontra no local. A Prefeitura de Joinville reforçou ainda que não houve vandalismo.
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A previsão é que essa manutenção seja concluída na próxima semana. Depois disso, será montada uma logística para transporte e reinstalação da peça. A Unidade de Praças e Parques da Prefeitura de Joinville acompanha esse trabalho e fará a ligação das bombas que ligam o chafariz assim que o monumento estiver montado novamente.
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Conforme o governo municipal, esse trabalho de higienização interna é importante para garantir o bom funcionamento do sistema responsável por formar o chafariz em formato de saia. Outra melhoria que está sendo realizada é a limpeza da externa.
Como a parte de baixo da estátua continua instalada no local, para que não haja prejuízo no sistema hidráulico, será necessário cobrir a peça.
A Praça Bailarina Liselott Trinks fica próxima ao cruzamento da Avenida Juscelino Kubitschek com a Rua 9 de Março. Inaugurada em dezembro do ano passado, o diferencial dessa praça é a estátua da bailarina que pesa 300 quilos e foi confeccionada com a aplicação de tecnologia aditiva a laser, uma espécie de impressão em 3D feita com metal. Considerada de ponta e referência mundial, a tecnologia é aplicada na produção de peças e componentes para indústrias de diferentes setores.
O projeto da bailarina foi desenvolvido com a parceria da Prefeitura de Joinville, Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), Escola do Teatro Bolshoi do Brasil e Senai/SC. O monumento teve também o patrocínio das empresas Netzsch Proven Excellence, de Pomerode, que desenvolveu o projeto hidráulico do chafariz; e da sueca Höganäs, fornecedora do pó metálico utilizado como matéria-prima, além das empresas Integra Laser e Sew Eurodrive.
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