Há exato um ano, a cantora sertaneja de Blumenau, Débora Amorim, sofreu um ataque na frente de casa. Dois homens em uma moto a abordaram e um deles cortou algumas mechas do cabelo dela. Os machucados foram leves, mas o susto foi grande. Com os gritos de socorro, vizinhos e o marido da vítima se aproximaram, o que cessou a agressão. Desde então, a artista aguarda uma resposta da polícia e da Justiça.

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O caso trocou de mãos por conta de mudanças na Polícia Civil e atualmente está com Ronnie Esteves. Ele explica que o inquérito foi encaminhado ao Fórum em março, mas o Ministério Público pediu novas diligências, que agora precisam ser cumpridas, disse ainda o delegado.

Sem prazo para um desfecho, o advogado de Débora, Rodolfo Warmeling, lamenta a demora para a história chegar ao judiciário. Segundo ele, “já existem diversos elementos importantes, inclusive já reconhecidos pelo próprio Ministério Público, para embasar uma denúncia criminal”. Apesar disso, entende o pedido do MP por mais provas.

Naquele 29 de maio, Débora chegou a contar aos policiais militares que desconfiava de uma inimizade relacionada à carreira. No dia anterior ao ataque, inclusive, os pneus do carro dela foram cortados. Além disso, ela vinha recebendo ameaças através de mensagens em contas falsas nas redes sociais. Diante do relato, a Polícia Civil abriu inquérito por lesão corporal e constrangimento ilegal.

Cantora, compositora e influenciadora, a mulher faz shows em casamentos, eventos e casas noturnas da região. No Instagram, reúne mais de 40 mil seguidores.

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