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    Casos confirmados de dengue aumentam 32 vezes em Santa Catarina

    A maioria dos casos se concentra em três cidades do Estado: Itapema, Camboriú e Porto Belo

    29/08/2019 - 21h02 - Atualizada em: 29/08/2019 - 21h23

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    Redação
    Por Redação DC

    Santa Catarina soma 1,7 mil casos confirmados de dengue neste ano, segundo boletim da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive-SC), divulgado nesta quinta-feira (29). O número é 32 vezes maior do que o ano passado, no mesmo período, quando foram confirmados 55 casos.

    As cidades com maior volume de pessoas contaminadas são Itapema, Camboriú e Porto Belo, neta ordem. Juntas, concentram quase 65% dos casos registrados este ano. Na primeira são 688 casos confirmados. Na segunda 367 e na terceira, 107. Na Capital catarinense são 17 casos.

    A maioria dos pacientes foi infectada dentro do Estado. A doença é transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti.

    Outras cidades confirmadas

    Itajaí, Balneário Camboriú, Navegantes, Cunha Porã, Bombinhas, Maravilha, Chapecó, Joinville, São João Batista, Blumenau, Nova Itaberaba, São Miguel do Oeste, Balneário Piçarras, Coronel Freitas, Brusque e Riqueza.

    Sintomas

    Os principais sintomas da dengue são:

    — febre alta, de 39 °C a 40 °C, de início abrupto

    — dor de cabeça

    — fraqueza

    — dores no corpo

    — dores nas articulações

    — dor no fundo dos olhos

    Ao perceber os sintomas deve procurar o serviço de saúde imediatamente. Se já foi atendido, deve voltar.

    Prevenção

    Orientações foram divulgadas pela Dive-SC, para evitar mais proliferação do mosquito:

    — evite usar pratos nos vasos de plantas. Se usá-los, coloque areia até a borda;

    — guarde garrafas com o gargalo virado para baixo;

    — mantenha lixeiras tampadas;

    — deixe os depósitos d’água sempre vedados, sem qualquer abertura, principalmente as caixas d’água;

    — plantas como bromélias devem ser evitadas, pois acumulam água;

    — trate a água da piscina com cloro e limpe-a uma vez por semana;

    — mantenha ralos fechados e desentupidos;

    — lave com escova os potes de comida e de água dos animais no mínimo uma vez por semana;

    — retire a água acumulada em lajes;

    — dê descarga no mínimo uma vez por semana em banheiros pouco usados;

    — mantenha fechada a tampa do vaso sanitário;

    — evite acumular entulho, pois ele pode se tornar local de foco do mosquito da dengue;

    — denuncie a existência de possíveis focos de Aedes aegypti para a Secretaria Municipal de Saúde;

    — caso apresente sintomas de dengue, chikungunya ou vírus da zika, procure uma unidade de saúde para o atendimento.

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