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Situação de emergência

Chapecó registra menos de um terço da média de chuva prevista para janeiro

Região tem previsão de chuva até sexta-feira

29/01/2020 - 13h35 - Atualizada em: 29/01/2020 - 13h41

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Lariane
Por Lariane Cagnini
chapecó
No Lajeado São José, onde a CASAN capta água para abastecimento, os níveis estão baixos
(Foto: )

Um dia após decretar situação de emergência por conta dos níveis das barragens, Chapecó começou a quarta-feira com chuva fraca. Desde o início da manhã, a estação meteorológica da Epagri/Ciram registrou 6,2 milímetros de chuva. O volume ainda é baixo para amenizar a estiagem, mas a previsão de chuva para a região permanece até sexta-feira.

Em outras cidades do oeste, há registro de chuva mais intensa. O acumulado foi de 24 milímetros em Anchieta e 11 mm em Concórdia. Segundo o meteorologista da Epagri/Ciram Clóvis Corrêa, na região a média histórica de chuva para janeiro fica entre 150 e 190 milímetros. Até a manhã desta quarta, Chapecó tinha acumulado somente 55 milímetros no mês.

Corrêa alerta que é comum a chuva ser mal distribuída durante o verão, e que na região há lugares onde choveu mais como em Concórdia (123 milímetros), Seara (117 mm) e Xanxerê (102 mm). Até sexta-feira, 31, a previsão é de chuva fraca na região, com pancadas fortes em pontos isolados.

Por conta da estiagem, o nível dos reservatórios baixou, e por isso a cidade passará a ter um rodízio no abastecimento. O decreto foi assinado nesta terça-feira, e conforme o cronograma da Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan), o fornecimento será fechado em determinados momentos para garantir o racionamento.

— A Casan vai definir como irá acontecer o rodízio, fechar alguns reservatórios em determinados momentos. Eles farão a definição de forma técnica, e já estão autorizados por meio do decreto — explica o prefeito de Chapecó, Luciano Buligon.

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