Era para ser uma segunda-feira normal de vestibular na escola particular Emmanuel d’Alzon, em Nîmes, Gard na França, até que uma cobra de Montpellier, ou cobra-rateira, virou assunto entre os 400 candidatos que estavam fazendo a prova de filosofia.
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A cobra entrou em uma sala vazia, com mais de 1 metro de comprimento, e foi descoberta por volta de 8h da manhã de segunda-feira (15). O animal estava escondido em um aquecedor em uma das salas do térreo da escola., que serve como sala de estudos. O local estava vazio no momento em que a cobra foi encontrada.
“Como não conseguimos pegá-la, chamamos os bombeiros, que chegaram muito rápido. Felizmente, não foi em uma sala de aula, o que poderia ter deixado todos muito estressados! Mas não houve pânico”, disse Marie Lachaud, diretora de comunicação da escola.
Cobra não representa perigo para os humanos
A cobra de Montpellier não é perigosa para humanos, suas presas venenosas ficam no fundo da garganta e sua mordida é inofensiva. Conhecida como cobra-rateira é o maior ofídio da Europa, e pode chegar até 2,30 metros.
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Mesmo com tamanho imponente, a espécie só morde caso sinta-se ameaçada. Como suas presas ficam no fundo da garganta, só consegui inocular venendo quando engole sua presa, que na maioria das vezes são ratos, pássaros, anfíbios ou outras cobras.
Tem os olhos grandes, a cabeça estreita e pontiaguda e cores verde-oliva, castanha e acinzentada. Pode habitar matagais, áreas rochosas abertas e bosques autóctones.
13 fotos da maior cobra do mundo que aparece em cidades do interior do Brasil






