Uma característica dos moradores de Balneário Camboriú, no Litoral Norte catarinense, tem sido levada em consideração por construtoras com empreendimentos na cidade. De acordo com o IBGE, 30% da população local tem 50 anos ou mais. Diante disso, condomínios estão sendo erguidos com projetos que priorizam o bem-estar e focam em saúde e longevidade.
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De acordo com estimativas recentes da Organização das Nações Unidas (ONU), a população com 50 anos ou mais já representa 29% dos brasileiros, com projeção de saltar para 40% até 2044. Essa mudança também é uma consequência do aumento da expectativa de vida no país, que já ultrapassa os 76 anos, e começa a redesenhar prioridades e comportamentos de consumo em diferentes setores da economia: um deles a construção civil.
Segundo a consultoria Data8, a chamada geração prateada (50+) movimenta cerca de R$ 1,8 trilhão por ano no Brasil e destina até 30% do orçamento mensal à moradia. Isso tem influenciado o desenvolvimento de empreendimentos focados em bem-estar, segurança e soluções integradas, principalmente em destinos que atraem o público sênior pela qualidade de vida. Um exemplo é Balneário Camboriú, que registrou um crescimento de 68% no número de habitantes nessa faixa etária entre 2010 e 2022, de acordo com o IBGE. A cidade ainda apresenta um recorte demográfico superior à média nacional: 30% da população local tem 50 anos ou mais.
Além da prefeitura, a construção civil local começou a preparar projetos para esse público. Entre eles está o Auris Residenze, primeiro edifício-árvore do Brasil, que será construído pelo Fischer Group. O projeto prioriza o bem-estar dos moradores com uma proposta focada em saúde e longevidade. Certificado com selos internacionais, o empreendimento prevê redução de até 42% no consumo de ar-condicionado e melhora de 16% no conforto térmico em relação a edificações convencionais.
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