Humberto e Imelda. Esses são os nomes dos furacões que já deixaram um rastro de destruição em países do Caribe, com pelo duas mortes, e deixam áreas do Oceano Atlântico Norte em alerta nesta quarta-feira (1°), provocando o fechamento de aeroportos, escolas e locais públicos. As informações são do g1.
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O Imelda está na categoria 2, com ventos de até 140 km/h, e pode passar perto do território britânico de Bermudas. O Humberto, por outro lado, já chegou a ser categoria 4, a segunda mais destrutiva, de acordo com a Escala Saffir-Simpson. O furacão, no entanto, já perdeu força e agora é um ciclone pós-tropical, ainda com ventos intensos e ondas na costa leste dos Estados Unidos.
Muito próximos um do outro, eles formaram o efeito Fujiwhara, quando ciclones tropicais interagem e giram em torno de um único ponto, quase como uma “dança”. O fenômeno, registrado pela primeira vez em 1921 pelo japonês Sakuhei Fujiwhara, traz preocupações pela possibilidade de alteração na rota de tempestades e, com isso, o aumento na incerteza das previsões.

Seis horas de ventos
Com a previsão de até seis horas de ventos com a força do Imelda, incluindo chuvas fortes e risco de apagões, Bermudas anunciou o fechamento do aeroporto internacional, de escolas e de repartições públicas a partir desta quarta-feira.
Em Cuba, o Imelda já causou chuvas que mataram duas pessoas na província de Santiago de Cuba e deixaram comunidades em Guantánamo isoladas, com deslizamentos. Já no Haiti, o furacão já provocou enchentes que chegaram a 35 localidades. Lá, uma pessoa está desaparecida.
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Escolas também foram fechada nas Bahamas, em ilhas como New Providence e Grand Bahama.
Temporada de furacões
A temporada de furacões no Atlântico está acontecendo desde o dia 1° de junho e segue até o dia 30 de novembro.
A Agência Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA) já afirmou que, neste ano, há uma previsão de que a temporada seja acima da média, com até 18 tempestades e cinco furacões de intensidade alta.
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