A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) respondeu ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, nesta quinta-feira (27), sobre o “flagra” feito pelo Jornal Nacional da visita do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). Na ocasião, o parlamentar foi avistado usando um telefone celular durante uma visita enquanto Bolsonaro estava em prisão domiciliar. As informações são do g1.
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De acordo com os advogados de Bolsonaro, o ex-presidente não descumpriu a proibição de uso do celular. No documento enviado ao STF, a defesa diz que o encontro foi “realizado às claras”.
“[…] tanto que foi possível sua gravação veiculada no Jornal Nacional, onde se constata que o peticionário cumpria à exatidão a determinação de vossa excelência sem uso ou mesmo contato visual com o aparelho celular do deputado federal”, escreveram os advogados.
As imagens veiculadas no Jornal Nacional mostram Nikolas e Bolsonaro conversando na varanda da casa do ex-presidente, enquanto o deputado utilizava um celular. Horas depois, Bolsonaro foi preso preventivamente por tentar violar a tornozeleira eletrônica com um ferro de solda. Ele estava preso em prisão domiciliar e, agora, está preso na Superintendência da Polícia Federal como cumprimento da pena na trama golpista.
Ainda de acordo com a defesa, o ex-presidente “sempre cumpriu estritamente todas as medidas cautelares impostas pelo Supremo Tribunal Federal, reiterando que não fez o uso de qualquer telefone celular, direta ou indiretamente, ao longo de todo o período em que esteve submetido à prisão domiciliar”.
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Os advogados afirmaram ainda que Bolsonaro “sempre cumpriu estritamente todas as medidas cautelares impostas pelo Supremo Tribunal Federal, reiterando que não fez o uso de qualquer telefone celular, direta ou indiretamente, ao longo de todo o período em que esteve submetido à prisão domiciliar”.
Quais eram as regras na prisão domiciliar?
Como estava em prisão domiciliar desde agosto, Bolsonaro tinha que cumprir algumas regras durante as visitas que recebia em casa, todas permitidas por Moraes. Entre as determinações, estava a proibição de usar celular, e a proibição de acesso às redes sociais. Além disso, ele não poderia mandar mensagem por meio de outras pessoas.










