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Crime hediondo

Delegada diz que mais pessoas podem ser presas por morte de homem em Palhoça

Três pessoas já foram presas e vão responder por homicídio qualificado

18/09/2019 - 11h02 - Atualizada em: 18/09/2019 - 13h58

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Por Mateus Boaventura
O carro da vítima, utilizado para um suposto apoio a um assalto, foi reconhecido pelo grupo de agressores
O carro da vítima, utilizado para um suposto apoio a um assalto, foi reconhecido pelo grupo de agressores
(Foto: )

Os três homens que foram presos nesta terça-feira (17) por causa da morte de Deivid Duarte da Silva (20) vão passar pela audiência de custódia na tarde desta quarta. O jovem foi espancado até a morte dentro de um posto de combustíveis localizado no bairro Aririú, em Palhoça. Com ajuda de câmeras a polícia civil pode identificar e prender mais pessoas que participaram do crime.

Deivid teria ajudado num roubo na noite anterior, junto com outra pessoa, do carro de um dos agressores no mesmo bairro. Por vingança, ele foi morto. A identificação foi feita porque Deivid estava no carro usado no roubo. Antes de morrer, ele disse onde tinha deixado o veículo, que foi encontrado pela polícia próximo ao Hospital Infantil, em Florianópolis.

De acordo com a delegada regional de Palhoça, Michele Rebelo, o poder judiciário vai definir se mantém a prisão ou dá liberdade provisória aos três. A pena para homicídio qualificado vai de 12 a 30 anos. Rebelo também disse que mais pessoas podem ser presas. "Pode haver a participação de outras pessoas tanto no momento do crime quanto antes da ação. Vamos apurar se o jovem estava sendo monitorado", contou.

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