A trajetória da personagem Elisa (Isabela Garcia) na novela Quem Ama Cuida retrata uma realidade vivida por muitas pessoas com fibromialgia: anos de dores intensas, cansaço constante e consultas médicas, até que o diagnóstico finalmente seja confirmado. Santa Catarina já emitiu 11,5 mil Carteiras de Identificação da Pessoa com Fibromialgia desde que o documento passou a ser disponibilizado, em dezembro de 2024.
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Os dados da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) mostram que foram 7.265 carteiras emitidas em 2025 e outras 3.850 em 2026.
Apesar dos números, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) esclarece que eles não representam o total de pessoas com fibromialgia no Estado. Isso porque a doença não é de notificação compulsória, ou seja, não existe um banco de dados oficial que contabilize quantos catarinenses convivem com a condição.
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Os personagens de Quem Ama Cuida e quem interpreta
Carteira reconhece pessoas com fibromialgia como PCDs
A carteira foi instituída pela Lei Estadual nº 18.928/2024 e é emitida pela FCEE. O documento reconhece as pessoas com fibromialgia como pessoas com deficiência para fins de acesso a direitos previstos na legislação estadual, facilitando a identificação em serviços públicos e privados.
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Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, Santa Catarina vem estruturando a assistência às pessoas com dor crônica por meio da Linha de Cuidado para Atenção à Saúde das Pessoas com Dor Crônica, instituída pela Deliberação CIB nº 481/2024. A estratégia busca fortalecer a Atenção Primária à Saúde, ampliando o acesso ao diagnóstico precoce, ao tratamento oportuno e às ações de promoção da saúde.
A pasta também destaca que o atendimento segue as diretrizes do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da Dor Crônica e do Programa Estadual de Cuidados para Pessoas com Fibromialgia. Além disso, cita a Lei nº 15.176/2025, que estabelece diretrizes para o atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) às pessoas com fibromialgia e outras síndromes relacionadas à dor crônica.
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Entre as iniciativas em andamento, o Estado também tem incentivado a criação de equipes multiprofissionais na Atenção Primária para ampliar a oferta de tratamentos não medicamentosos, como práticas integrativas e complementares em saúde, atividades corporais, acompanhamento psicoterapêutico e ações de educação em saúde voltadas ao autocuidado e à melhoria da qualidade de vida.











































