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Agressão

Faxineira atacada com ácido por ex-patrão relata "dor insuportável"; veja o vídeo

Mulher afirma que o homem teria ameaçado o filho dela

22/07/2021 - 09h36

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Redação
Por Redação DC
Francieli Froelich trabalhava há quatro anos na casa do idoso
Francieli Froelich trabalhava há quatro anos na casa do idoso
(Foto: )

A faxineira Francieli Priscila Correa Froelich, de 31 anos, que foi atacada pelo ex-patrão com ácido no rosto por conta de uma discussão, afirma que não tem conseguido enxergar direito e teme perder a visão em um dos olhos. A discussão teria começado por um produto que foi derrubado no chão. As informações são do G1.

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O caso ocorreu na segunda-feira (19), na cidade de Catanduva, em São Paulo. A mulher, que trabalhava há quatro anos na casa do idoso, afirma que a discussão teve início na semana anterior, quando ela teria derrubado acidentalmente um produto que o homem preparava para vender, deixando-o irritado. Após uma discussão, ela teria deixado a residência, onde só retornou na semana seguinte, pois teria ficado doente.

Ainda segundo ela, os dois teriam se falado por telefone durante esse período, ocasião em que discutiram mais uma vez, e o homem teria ameaçado o filho dela, uma criança de 11 anos.

Francieli foi à casa do idoso tirar satisfações sobre as ameaças que recebeu por telefone, e então o homem teria lançado o ácido contra ela. No vídeo, é possível ver que o idoso joga um líquido em direção ao rosto de Francieli, que sai do local sem conseguir enxergar. Ainda é possível ver que ele segurava um pedaço de madeira e ela uma barra de ferro.

Veja o vídeo

Em entrevista ao G1, Francieli contou que está com a visão turva e não consegue enxergar. O médico estaria tratando o olho com colírio e analgésico por não ter como mexer no local infeccionado. Ainda há a possibilidade de fazer uma cirurgia.

Ao G1, ela falou que a dor que sentiu foi insuportável, que sofreu diversas queimaduras pelo corpo e que a roupa que usava derreteu.

A mulher abriu um boletim de ocorrências e registrou queixa contra o antigo patrão. O homem seria fabricante de produtos de limpeza, e segundo ela o líquido usado na agressão seria ácido muriático, um tipo de ácido clorídrico que é usado para limpar pisos e remover restos de cimento, junto com formol e soda.

De acordo com o G1, o homem compareceu à delegacia e negou as acusações, afirmando que não se lembra de qual produto teria jogado nela, mas que não seria ácido.

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