Você já deve conhecer aquela sensação de estar sofrendo um “atropelo”. Isso é um dos sinais mais comuns de que o seu corpo está lutando contra um vírus da gripe, um deles pode ser o vírus da nova Gripe K.

Continua depois da publicidade

Mas quando os sintomas aparecem, a pergunta que surge é: “qual remédio tomar: ibuprofeno ou paracetamol?”.

A escolha é simples: depende, pois cada substância atua de forma distinta no organismo. Entenda em detalhes neste artigo.

O que muda com a nova Gripe K

A chamada “gripe K” é um ramo genético da Influenza A (H3N2) que tem se espalhado rapidamente por diversos países recentemente.

Continua depois da publicidade

Embora não existam evidências de que ela seja mais agressiva, sua alta capacidade de contágio exige atenção redobrada das autoridades.

É fundamental compreender que esses medicamentos não “curam” a doença, mas apenas controlam o desconforto enquanto o sistema imunológico age.

O foco deve ser sempre o alívio sintomático e o monitoramento constante da evolução do quadro clínico.

Continua depois da publicidade

Quando usar o paracetamol no combate ao mal-estar

O paracetamol costuma ser o “campeão” para derrubar a febre e aliviar dores de cabeça intensas logo nos primeiros sinais.

Quando o ibuprofeno se torna a melhor escolha

O ibuprofeno pertence à classe dos anti-inflamatórios e funciona muito bem quando a dor no corpo é o sintoma predominante.

Ele ajuda a reduzir inflamações musculares e articulares, sendo ideal para quem sente aquele incômodo físico mais marcado e persistente.

Continua depois da publicidade

Apesar de eficiente, esse remédio pode irritar o estômago e não é indicado para pacientes com histórico de úlceras ou problemas renais.

Consequentemente, a leitura da bula é um passo obrigatório para evitar complicações gastrointestinais ou reações adversas graves.

É seguro alternar os dois medicamentos no mesmo dia

Muitos médicos afirmam que adultos podem alternar essas substâncias caso o alívio de apenas uma delas seja considerado insuficiente.

Continua depois da publicidade

Essa estratégia funciona porque os dois fármacos agem por caminhos diferentes, potencializando o conforto térmico e analgésico do paciente infectado.

Lembre-se, é vital evitar o perigoso “efeito coquetel” ao misturar muitos xaropes e descongestionantes sem a devida orientação técnica.

O ideal é testar um medicamento primeiro e só adicionar o segundo se os sintomas persistirem de forma muito incômoda.

Continua depois da publicidade

O que fazer com o nariz entupido e a tosse da gripe

Infelizmente, nem o paracetamol, nem o ibuprofeno conseguem resolver sozinhos os quadros de congestão nasal ou tosses produtivas. Para esses casos, o paciente precisará de outras classes de remédios, como expectorantes e descongestionantes específicos indicados por especialistas.

Mantenha o foco na hidratação constante para ajudar a fluidez das secreções e facilitar a recuperação das vias aéreas. Beber água e caldos ajuda o corpo a eliminar as toxinas virais com maior velocidade e menos esforço.

Por que não se cobrir demais na febre

Um erro muito frequente durante os picos de febre é se cobrir demais por se sentir “com frio por dentro”. Esse comportamento atrapalha a dissipação de calor, podendo elevar a temperatura interna e causar um mal-estar ainda maior no paciente.

Continua depois da publicidade

A recomendação correta é permanecer em ambientes arejados, usando roupas leves e mantendo a pele seca e fresca. Além disso, evite métodos caseiros com álcool, que são perigosos e podem causar intoxicações graves, especialmente em crianças pequenas.

Identifique os sinais da Gripe K que exigem médico urgente

A maioria das gripes melhora com repouso, mas alguns sinais indicam que a situação pode estar saindo do controle básico. Falta de ar, dor no peito e confusão mental são alertas vermelhos que exigem atendimento médico urgente.

Fique atento também se a febre alta persistir por muitos dias ou se houver sinais claros de desidratação profunda. Grupos de risco, como gestantes e idosos, devem iniciar o tratamento antiviral nas primeiras 48 horas para evitar complicações.

Continua depois da publicidade

Por que a vacina é essencial contra a gripe K

A vacina anual não funciona como um “escudo perfeito” contra o contágio, mas reduz drasticamente as chances de internações. Ela prepara o organismo para enfrentar as variantes mais comuns, diminuindo o impacto da doença no sistema de saúde pública.

Portanto, manter o calendário vacinal atualizado é a estratégia mais inteligente para proteger a si e aos vulneráveis. O descanso e a prevenção continuam sendo os melhores aliados para vencer qualquer temporada de gripe com segurança.

*Por Raphael Miras

Escolhas do editor para você: Alzheimer em mulheres: o mistério que um estudo gigante não conseguiu resolver e  uso de canetas emagrecedoras dispara 230% no Brasil.

Continua depois da publicidade