Neymar está fora da estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2026, mas o nome do camisa 10 cruza com o primeiro adversário da seleção. Uma Ferrari milionária liga o brasileiro a Achraf Hakimi, um dos principais jogadores de Marrocos, que enfrenta a seleção brasileira neste sábado (13).
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O lateral-direito do Paris Saint-Germain e da seleção marroquina já foi flagrado com uma Ferrari Purosangue, mesmo modelo que Neymar comprou para sua coleção.
O carro é um dos modelos mais exclusivos e diferentões da história recente da marca italiana. No Brasil, a fila de espera pode chegar a dois anos.
A Purosangue é tratada pelo mercado como o primeiro SUV da Ferrari, embora a montadora evite usar essa classificação e prefira apresentar o carro como um modelo de quatro portas e quatro lugares. Podemos dizer que é uma Ferrari familiar só no número de assentos: debaixo do capô, há um motor V12 de 725 cv.
Quanto custa a Ferrari de Neymar e Hakimi?
No Brasil, a Ferrari Purosangue é um carro para pouquíssimos compradores. O modelo pode girar em valores na faixa de R$ 7,5 milhões, dependendo da configuração, impostos, personalização e condição de importação.
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No exterior, o preço também é alto. Publicações europeias citam valores próximos de 400 mil euros para unidades ligadas a jogadores de futebol, mas esse número pode crescer bastante com opcionais e personalizações.
No caso de Neymar, o carro ganhou repercussão por ter aparecido personalizado. O modelo do jogador ganhou pintura preta, detalhes em vermelho e acabamento interno com o nome do atacante.
Hakimi e Neymar são grandes colecionadores de modelos de luxo.
O que é a Ferrari Purosangue?
A Ferrari Purosangue foi apresentada como o primeiro carro de quatro portas e quatro lugares produzido pela marca italiana. O modelo nasceu para ocupar um espaço que a Ferrari resistiu durante anos em assumir: o dos SUVs de luxo e alto desempenho.
Mesmo assim, a empresa não gosta de chamar o carro de SUV tradicional. A ideia da marca é tratar a Purosangue como uma Ferrari com mais espaço, posição de dirigir elevada e proposta mais versátil, sem abandonar o desempenho de esportivo.
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O visual ajuda nessa mistura. A carroceria é mais alta que a de uma Ferrari convencional, tem quatro portas, porta-malas mais aproveitável e espaço para quatro ocupantes. Ao mesmo tempo, o capô longo, a traseira musculosa e a posição do motor deixam claro que a proposta não é a de um utilitário comum.
Motor V12 e desempenho de supercarro
A Purosangue usa motor V12 6.5 aspirado, uma configuração cada vez mais rara no mercado. O conjunto entrega 725 cv e permite aceleração de 0 a 100 km/h em cerca de 3,3 segundos.
A velocidade máxima passa dos 310 km/h. São números que colocam o carro mais perto de superesportivos do que de SUVs comuns, mesmo com carroceria maior, quatro portas e tração integral.
Esse é o ponto que torna a Purosangue tão chamativa: ela tenta entregar conforto e uso familiar sem abrir mão da identidade da Ferrari. É um carro grande, caro e luxuoso, mas continua sendo pensado para desempenho extremo.
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Por que a Ferrari evita chamar de SUV?
A resistência ao termo SUV tem relação com a própria imagem da Ferrari. Durante décadas, a marca foi associada a carros esportivos baixos, cupês, conversíveis e modelos de competição. Um SUV parecia incompatível com essa tradição.
Só que o mercado mudou. Marcas de luxo e performance passaram a apostar em veículos mais altos e versáteis, como Lamborghini Urus, Aston Martin DBX e Porsche Cayenne. A Ferrari entrou nesse segmento com atraso, mas fez isso à sua maneira.
Por isso, a Purosangue é apresentada como algo diferente de um SUV comum. A marca prefere destacar o motor V12, a distribuição de peso, o comportamento dinâmico e o fato de ser o primeiro carro de quatro portas da Ferrari.







