Florianópolis apareceu entre os destinos mais buscados no Google da Argentina. A lista foi divulgada pela empresa nas redes sociais e conta com destinos internacionais.

Continua depois da publicidade

Segundo a lista, Florianópolis foi o segundo destino mais procurado. A capital catarinense registrou um aumento de 50% nas buscas nos últimos meses.

Na lista aparecem outras cidades latinas, mas nenhuma outra brasileira. Villa Traful, na Patagônia, ficou em primeiro lugar, com aumento de 84% nas buscas recentes.

Além disso, o portal ainda divulgou os destinos argentinos mais procurados, com Buenos Aires liderando a lista, e os países mais buscados, com Brasil em primeiro lugar. Confira a seguir a lista completa.

Veja lista dos destinos mais procurados na Argentina

Invasão argentina em SC vai dobrar no verão 2026

A presença argentina na temporada de verão em 2026 em Santa Catarina será o dobro do registrado na última temporada, já considerada histórica e com um milhão de hermanos. Na próxima temporada a expectativa é que o litoral catarinense receba dois milhões de argentinos.

Continua depois da publicidade

— Segundo as empresas operadoras de turismo, na temporada passada (2025) estiveram aqui em Santa Catarina um milhão de turistas argentinos. Agora, para a próxima temporada, o que nós estamos ouvindo dos operadores de turismo nas feiras que participamos na Argentina é que esse número irá dobrar. A expectativa é de dois milhões de turistas argentinos no litoral catarinense no verão 2026 — afirmaram Juliano Pires, Secretário de Turismo, Desenvolvimento Econômico e Inovação em Florianópolis e Renê Meneses, subsecretário de turismo da prefeitura, ao participarem do programa Conversas Cruzadas da CBN Floripa, em agosto.

Os turistas estrangeiros vieram em peso para o litoral catarinense no verão 2024/2025. O maior destaque foi para os argentinos, que representaram 28,8% do total de visitantes desta temporada. Em seguida, aparecem os uruguaios (2,8%), paraguaios (2,3%) e chilenos (0,8%). Turistas de outras nacionalidades representaram 0,4%.

*Sob supervisão de Vitória Hasckel