Uma coruja-orelhuda (Asio clamator) presa em linhas de pipa mobilizou uma verdadeira operação de resgate em Florianópolis. Segundo moradores da Rua Fernando Mendes de Souza, na região central, o animal já estava preso no topo de uma árvore há alguns dias, sem conseguir se soltar.

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O resgate foi na tarde dessa terça-feira (18). Os bombeiros militares fizeram amarrações na árvore para fazer com que o galho abaixasse. Com isso, ele foi cortado e descido.

As linhas que prendiam a coruja foram cortadas, mas uma das asas da coruja estava levemente deformada. Ela chegou a ser levada ao Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres de Santa Catarina (CETAS/SC), mas depois foi encaminhada a uma clínica onde está recebendo tratamento veterinário.

Segundo o Instituto do Meio Ambiente (IMA), ainda não é possível definir a extensão da lesão, pois é necessária uma radiografia e laudo.

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Corujas-orelhudas são comuns em todo o território brasileiro. Os machos da espécie podem medir até 42 centímetros. Normalmente, elas têm hábitos noturnos, mas podem caçar de dia no período reprodutivo. Elas se alimentam de ratos (inclusive dos maiores), morcegos, anfíbios, répteis, insetos grandes e aves. 

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