O réu foi condenado a 13 anos de prisão por matar um homem asfixiado. O corpo da vítima, no entanto, nunca foi encontrado. O crime aconteceu em outubro de 2022 em Galvão, no Oeste catarinense. Ele foi julgado pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver e deverá cumprir a pena em regime fechado. Ainda cabe recurso a decisão.

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De acordo com o Ministério Público, o assassino teria contado com a ajuda de uma adolescente para colocar o cadáver dentro de um carro e levá-lo para um local até então desconhecido.

Segundo a denúncia, na madrugada de 6 de outubro de 2022, o réu estava na casa da ex-companheira sozinho na companhia da filha dela. Na ocasião, a vítima foi até o endereço e, ao ver o homem na companhia da adolescente, disse que contaria para a mãe da jovem que ele teria um relacionamento com ela.

No mesmo momento, os três iniciaram uma agressão. A adolescente, segundo o MP, teria dados golpes de vassoura contra o homem e, na sequência, o réu apertou o pescoço dele até a morte. Após o crime, com a ajuda da jovem, enrolou o cadáver em um lençol e o colocou dentro do carro da ex-mulher. O corpo nunca foi localizado.

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Condenação

O conselho de sentença acolheu a tese do Ministério Público e condenou o réu por homicídio qualificado, com agravante de motivo fútil e emprego de asfixia, além de ocultação de cadáver.

Ainda cabe recurso da sentença, mas a Justiça negou ao réu o direito de recorrer em liberdade e ele segue preso preventivamente. Com relação à adolescente, ela cumpriu medida socioeducativa de internação por quase seis meses, mas hoje está em liberdade assistida.

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