Luigi Mangione quebrou o silêncio dois meses após ser preso pela acusação. O americano é acusado de assassinar Brian Thompson, CEO da UnitedHealthcare, uma das maiores seguradoras de saúde dos Estados Unidos. As informações são do Metrópoles.

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O acusado se manifestou através de um site criado por sua defesa, que visa publicar atualizações do caso e outras informações. Na nota divulgada, Mangione agradeceu mensagens de apoio que tem recebido de diversas partes do mundo. “Esse apoio transcendeu divisões políticas, raciais e sociais. Embora seja impossível responder a todas as cartas, leio cada uma com atenção”, disse.

Ele chegou a informar que as mensagens chegavam a “inundar o Metropolitan Detention Center (MDC)”, onde está preso. “Obrigado, novamente, a todos que dedicaram tempo para escrever. Espero por mais no futuro”, concluiu. Confira a nota na íntegra.

“Estou impressionado – e grato – por todos que me escreveram para compartilhar suas histórias e expressar seu apoio. Esse apoio transcendeu divisões políticas, raciais e até mesmo de classe, à medida que o correio inundou o MDC de todo o país e do mundo. Embora seja impossível para mim responder à maioria das cartas, saiba que leio todas as que recebo. Obrigado novamente a todos que reservaram um tempo para escrever. Estou ansioso para ouvir mais no futuro.” – Luigi Mangione

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Relembre o caso

Luigi Mangione, de 26 anos, foi preso no dia 9 de dezembro, suspeito de matar o CEO da seguradora de saúde UnitedHealthcare, em Nova York. O homem foi detido em uma unidade do McDonald’s em Altona, na Pensilvânia, a 375 quilômetros da cidade onde o crime foi cometido.

O CEO foi morto em frente a um hotel de Luxo em Manhattan, no dia 4 de dezembro. Na ocasião, o atirador conseguiu fugir. A polícia nova-iorquina fazia, há dias, uma grande operação de busca, com helicópteros, cães farejadores, análise de câmeras e até mergulhadores.

Mangione foi preso com uma arma parecida com a que foi utilizada no crime, além de documentos de identidades falsos. Ele pode ser condenado à prisão perpétua.

*Sob supervisão de Andréa da Luz

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