A atriz Ingrid Guimarães compartilhou nas redes sociais uma situação que passou com a companhia área American Airlines em um voo de Nova York com destino ao Brasil. Ela já afirmou que irá processar a empresa depois do ocorrido.
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A atriz comprou um assento na classe Premium Economy e foi surpreendida com um pedido para ceder seu lugar a um passageiro da primeira classe. O motivo da troca seria que um dos assentos da categoria estava danificado, e por isso o passageiro precisaria ser realocado.
Ingrid recusou a troca, e afirma que foi ameaçada pelos comissários, que disseram que ela não poderia voar novamente pela empresa. Ainda, os profissionais alegaram publicamente que o voo só sairia se a troca fosse feita, o que ela considerou uma exposição diante dos demais passageiros.
O turismólogo Vitor Vianna explica que a transferência de um passageiro para uma categoria inferior só pode ocorrer de forma voluntária.
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— Agora ela deve processar a companhia aérea e, além do reembolso do valor pago a mais pelo assento na Premium Economy, tem direito a uma indenização por danos morais. Esse valor deve ser suficiente para desestimular a empresa a continuar com condutas abusivas como essa, que, diga-se de passagem, tem sido recorrente na companhia — explicou à Veja.
De acordo com o turismólogo, o valor da indenização em casos como esse pode chegar a R$ 20 mil.
A American Airlines diz ter se desculpado com Ingrid Guimarães e informou que um funcionário estaria em contato com ela para “entender mais sobre a experiência e resolver a questão”.
Entenda o caso de Ingrid Guimarães e a American Airlines
Na rede social X, a atriz contou que embarcou em um voo, em Nova York, nos Estados Unidos, com destino ao Brasil na sexta-feira (7) e que, quando já estava sentada, um funcionário da empresa pediu que ela deixasse o assento que comprou na classe Premium Economy para que outra pessoa pudesse sentar.
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“Comprei uma passagem na Premiun Economy e quando já estava sentada com o cinto colocado um funcionário me comunicou que eu teria que sair do meu lugar e ir pra classe econômica pq tinha quebrado uma cadeira na executiva e a pessoa ia pegar meu lugar. Tipo é uma regra, sai do seu lugar que você pagou. Tendeu?”, escreveu.
Ingrid ainda contou que, após negar-se a sair do assento, funcionários se juntaram e a “ameaçaram”. “Eu disse que não ia sair do meu lugar, que não conhecia essa regra, e que era meu direito”, pontuou.
“Eles começaram a me coagir dizendo que eu nunca mais viajaria de @AmericanAir. Eu disse: tudo bem. Aí foram aparecendo 3 pessoas, todas me ameaçando e dizendo que o voo não ia sair, que todo mundo ia ter que descer do voo por minha causa. Em nenhum momento perguntaram minha opinião, nem me explicaram apenas exigiram que eu levantasse com ameaças”, detalhou Guimarães.
Após algumas discussões, Ingrid deixou o assento, pois alguns brasileiros que estavam no voo não sabiam da situação e começaram a “gritar” com ela. “E é claro que diante de um constrangimento público eu fui pra classe econômica. Coação, abuso moral, desrespeito e ameaças. Em troca deram um voucher sem me explicar nada, apenas um papel na minha mão ( que achei que fosse a nova passagem) dizendo que eu tinha um descontinho de 300 dólares na próxima passagem. Inacreditável!”, escreveu.
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Veja vídeo
A American Airlines se pronunciou sobre o ocorrido através de nota, confira:
“A American Airlines se empenha para proporcionar uma experiência positiva a todos os passageiros e sentimos muito pela recente experiência de nossa cliente. Um membro de nossa equipe conversou com ela para pedir desculpas pessoalmente e resolver o assunto. Além disso, continuamos investigando o caso para entender todos os seus detalhes.“
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