Um homem precisou ser encaminhado ao hospital após ser atacado por abelhas africanas na manhã desta segunda-feira (6), em Blumenau. O jovem de 21 anos trabalhava com serviço de jardinagem em uma propriedade particular quando foi surpreendido pelo enxame. A espécie também é conhecida como “assassina”. Apesar da quantidade de ferroadas que recebeu, o estado de saúde do rapaz é estável.

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Segundo o relatório do Corpo de Bombeiros Militar de Blumenau, os socorristas foram acionados por volta das 8h para prestar atendimento no bairro Fortaleza por conta de um ataque de abelhas. Ao chegar no local, a guarnição encontrou o rapaz consciente, mas com inchaço no rosto e dificuldade para respirar. O jovem também reclamava de náusea, dores na cabeça e no restante do corpo.

Depois de receber o atendimento dos socorristas, a vítima foi encaminhada ao Hospital Santo Antônio, em Blumenau. Mais tarde, um apicultor também foi averiguar o local para evitar que novos ataques de abelhas ocorressem na região.

Sobre as abelhas “assassinas”

Conforme informações da Fiocruz, a espécie costuma ser bastante agressiva. Ela foi introduzida no Brasil em 1956, na região de São Paulo, para pesquisas científicas. Porém, na época, as abelhas escaparam do cativeiro e, no cruzamento com as raças que já existiam aqui, surgiu essa nova genética.

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A partir disso, a abelha se alastrou por todo o continente. Sem meios para exterminá-la, os apicultores se uniram em associações com o objetivo de usar a espécie como produtora de mel.

Com o desenvolvimento de novas técnicas e a utilização de medidas de segurança, foi possível obter uma boa produção de mel e, assim, expandir a apicultura — criação de abelhas — no Brasil.

*Estagiária sob supervisão de Bianca Bertoli

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