O tribunal de júri absolveu o marido de Maria Lima de Sulino, de 61 anos, morta em Pomerode em 2024. Os jurados entenderam não haver provas suficientes para condenar o homem. À época, o corpo da mulher foi encontrado no Rio do Testo, mas a perícia da Polícia Científica identificou que a causa do óbito foi traumatismo craniano.
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O homem chegou a ser preso temporariamente por conta da suspeita da autoria do crime. A Polícia Civil acreditou que ele matou Maria, que vivia em situação de rua, e a jogou na água. A primeira pista do caso veio com o laudo pericial cadavérico, que apontou que a morte seria decorrente de traumatismo craniano e não de um afogamento.
Imagens de câmeras de monitoramento instaladas próximas ao local onde a mulher teria sido vista pela última vez também foram analisadas. De acordo com os investigadores, havia “fortes evidências de que o autor do crime seria o próprio companheiro da vítima”. Com isso, foi solicitada a prisão do homem por suspeita de feminicídio e ocultação de cadáver.
Com quase 50 anos, o homem é natural de Pomerode e também se encontrava em situação de rua. Ele negou o crime e a defesa dele conseguiu convencer os jurados de que as evidências eram frágeis. Assim, saiu do júri da última quarta-feira (18) sem qualquer pendência com a Justiça.
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