O Ministério do Trabalho (MTE) divulgou na última segunda-feira (6) a atualização da “lista suja” do trabalho escravo. Na nova versão foram incluídos quatro catarinenses, chegando a quantidade de nove pessoas de Santa Catarina citadas no levantamento. Cada nome permanece na lista por dois anos.
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No entanto, conforme o MTE, os empregadores podem ter o nome retirado antes do período se assinarem um termo de ajuste de conduta e indenizarem as vítimas com pelo menos 20 salários mínimos, além de investir em programas de apoio aos trabalhadores resgatados.
Atualmente, a lista inclui 613 pessoas e empresas de todo o Brasil. Na versão divulgada na última segunda-feira foram adicionados 169 novos empregadores no cadastro. Desse total, 102 são pessoas físicas e 67 são empresas.
A atualização também removeu 225 empregadores que completaram os dois anos de inclusão no cadastro.
Quem são os catarinenses inclusos na ‘lista suja’ do trabalho?
Os nomes, CPF, local do estabelecimento e número de trabalhadores envolvidos podem ser acessados na lista divulgada pelo Ministério Trabalho (MTE), disponível neste link.
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Quais são as atividades econômicas com o maior número de empregadores incluídos na lista?
- Serviços Domésticos;
- Criação de bovinos para corte;
- Cultivo de café;
- Construção de edifícios;
- Serviço de preparação de terreno, cultivo e colheita.
O que é a lista suja?
A “lista suja” é um documento divulgado todo semestre pelo Ministério do Trabalho com o intuito de dar visibilidade aos resultados das fiscalizações do governo de combate ao trabalho escravo.
*Com informações do G1
**Sob supervisão de Luana Amorim

