O novo edital do programa Mais Médicos vai reforçar a atenção básica em 51 municípios de Santa Catarina, com a abertura de 60 vagas distribuídas principalmente em cidades do interior e regiões com menor cobertura médica. A lista inclui desde pequenos municípios até polos regionais. (saiba quais abaixo)
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Do total de vagas no Estado, 56 são destinadas à Estratégia Saúde da Família, três ao Consultório na Rua e uma ao Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI). As inscrições chegaram ao fim na quarta-feira (8).
Atualmente, Santa Catarina conta com 906 médicos atuando pelo programa, que busca ampliar o acesso à atenção primária, considerada a porta de entrada do SUS.
Confira as cidades e o número de vagas
- Águas Mornas (1)
- Alfredo Wagner (1)
- Alto Bela Vista (1)
- Anchieta (1)
- Apiúna (1)
- Balneário Barra do Sul (1)
- Barra Velha (3)
- Benedito Novo (1)
- Biguaçu (2)
- Blumenau (2)
- Bocaina do Sul (1)
- Brusque (2)
- Canelinha (1)
- Capinzal (1)
- Cocal do Sul (1)
- Correia Pinto (1)
- Descanso (1)
- Dionísio Cerqueira (1)
- Garopaba (1)
- Herval d’Oeste (1)
- Içara (2)
- Ipumirim (1)
- Irani (1)
- José Boiteux (1)
- Lages (2)
- Leoberto Leal (1)
- Mafra (2)
- Monte Carlo (1)
- Nova Veneza (1)
- Otacílio Costa (1)
- Paial (1)
- Palhoça (1)
- Papanduva (1)
- Piratuba (1)
- Quilombo (1)
- Rodeio (1)
- Romelândia (1)
- Saltinho (1)
- Sangão (1)
- Santo Amaro da Imperatriz (1)
- São Domingos (1)
- São João Batista (1)
- São João do Itaperiú (1)
- São João do Oeste (1)
- São Joaquim (2)
- São José do Cedro (1)
- São Miguel do Oeste (1)
- Timbó (1)
- Três Barras (1)
- Urubici (1)
- Videira (1)
Entenda como funciona o programa
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Interior concentra demanda
A distribuição das vagas em Santa Catarina reforça um padrão: a maior parte das oportunidades está fora dos grandes centros, priorizando municípios menores ou mais afastados. A estratégia segue a lógica do programa, criado para reduzir desigualdades no acesso à saúde.
Em todo o país, o Mais Médicos reúne cerca de 26 mil profissionais. Neste ciclo, são 1.524 vagas, com atuação prevista por até quatro anos, focadas em regiões prioritárias e populações mais vulneráveis.
Segundo o Ministério da Saúde, a expectativa é ampliar a cobertura da atenção básica e melhorar o acesso da população a consultas, diagnósticos e acompanhamento contínuo.






