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Grande Florianópolis

Médica é agredida com soco e empurrões durante atendimento em São José

Caso ocorreu na madrugada desta sexta-feira (15); suspeito alega que agiu em legítima defesa

15/04/2022 - 15h48 - Atualizada em: 15/04/2022 - 17h30

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Luana
Por Luana Amorim
Briga ocorreu durante um atendimento médico
Briga ocorreu durante um atendimento médico
(Foto: )

Uma confusão na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Forquilhinhas, em São José, na Grande Florianópolis, terminou com uma médica agredida na madrugada desta sexta-feira (15). O suspeito foi encaminhado à Delegacia de Polícia. 

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De acordo com a prefeitura, às 4h57min, uma mulher de 33 anos, grávida, deu entrada na unidade com queixa de febre e calafrios. Três minutos depois, às 5h, ela passou pela triagem e foi classificada no nível amarelo em grau de prioridade. Com ela estava um homem que, segundo a prefeitura, estava agitado e gritava na recepção. 

Oito minutos depois, às 5h08min, a mulher foi chamada pela médica plantonista. Conforme a prefeitura, o homem entrou no consultório gravando o atendimento com um celular. Neste momento, a profissional de saúde teria pedido para que ele parasse de filmar, por não ter autorização. 

Ainda segundo o relato, após o pedido, o homem começou a gritar com a mulher e, com isso, iniciou uma discussão. Nisso, a médica se levantou para sair da sala e, segundo a prefeitura, o homem teria jogado o corpo contra ela e disse que chamaria a polícia. 

A profissional, então, o empurrou e falou que ela mesmo chamaria a guarnição, momento em que, de acordo com a prefeitura, o celular do homem caiu no chão, o que fez que ele desse um soco no rosto da médica. 

A Polícia Militar foi acionada e levou o suspeito à delegacia. Em depoimento, ele disse que a profissional pegou o celular dele e jogou no chão. Disse ainda que ela supostamente teria tentado lhe agredir e que, por isso, se defendeu dos golpes. 

De acordo com a prefeitura, a médica tem 28 anos e trabalha na UPA desde janeiro. Ela foi encaminhada a um hospital particular, onde recebeu atendimento e foi liberada. O Hora de SC questionou a prefeitura se o caso será investigado pela administração, mas não teve retorno até a publicação. 

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