Proximidade com a comunidade por meio de ações de voluntariado e missões humanitárias são diferenciais do curso de Medicina da UniSul. Referência estadual pela qualidade, a instituição, que completou 60 anos em 2024, oferece uma formação marcada pelo engajamento social e integração prática com a comunidade.
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Na UniSul, a prática é parte essencial do aprendizado para os estudantes. Desde os primeiros semestres, eles são inseridos em cenários reais por meio de parcerias com Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e hospitais de referência — a exemplo do Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Tubarão. Nestes espaços, os alunos vivenciam o dia a dia da profissão em um contexto real, e conseguem aplicar na prática os conhecimentos teóricos.
O Centro Integrado de Saúde (CIS) da Universidade conta com 64 consultórios e ambulatórios de pequenas cirurgias, e também é um espaço para a prática profissional. Sob a supervisão de professores, os alunos vivenciam a realidade do atendimento médico e garantem contato direto com a comunidade.
Voluntariado e impacto social
A UniSul também é referência pelo comprometimento com ações voluntárias, a exemplo do Comitê de Voluntariado. Através dessa iniciativa, estudantes de Medicina participam de campanhas de saúde preventiva, mutirões em comunidades carentes e atividades para melhorar a qualidade de vida de populações vulneráveis.
— O Comitê é uma organização estudantil que funciona em conjunto com a coordenação de medicina da UniSul e com as Secretarias de Saúde dos municípios que necessitam de atendimento médico especializado ou de clínica médica. Buscamos, juntos, as informações sobre as filas de espera de cada especialidade e, após determinarmos as maiores necessidades, entramos em contato com médicos clínicos e especialistas — explica Pâmela Altíssimo, presidente do Comitê de Voluntariado e estudante da Universidade.
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Segundo ela, os estudantes atuam nas comunidades durante alguns sábados pela manhã. Com a orientação dos especialistas, eles atendem a comunidade com orientação médica. Pâmela comenta que, em uma única manhã, os participantes já chegaram a realizar mais de 150 atendimentos, o que contribuiu para agilizar a fila.
— Estar em contato com a comunidade modifica a forma com que os acadêmicos veem o mundo. Nós temos a oportunidade de estar em contato com grupos sociais muito diferentes, o que amplifica a capacidade de ver o mundo e agrega na formação de médicos mais empáticos e com maior potencial de liderança — reforça a estudante.
De acordo com Rodrigo Dias Nunes, Diretor de Extensão Curricular, Extra-curricular e Travessia Humanitária da Inspirali, a UniSul tem no próprio DNA a premissa de desenvolver grandes seres humanos durante a graduação. Por isso, os estudantes atuam junto à comunidade desde a entrada no curso de Medicina, para conhecer a realidade das famílias e propor melhorias no atendimento.
— Os projetos de extensão ganham vida nas ações e mutirões que realizamos na comunidade ou em nossas clínicas, para suprir demandas represadas das Secretarias Municipais de Saúde, com quem sempre atuamos em parceria para reduzir filas e agilizar o atendimento— comenta o diretor.
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Missões humanitárias
Um dos grandes diferenciais do curso são as missões humanitárias, que acontecem junto a Inspirali, e levam assistência médica a comunidades em situação de vulnerabilidade dentro e fora do Brasil. Na Missão Amazônia, estudantes e professores atuaram na região do Pará, onde utilizam um barco hospital para atender comunidades ribeirinhas com acesso limitado a cuidados médicos.
Já na Missão África, realizada no Benin, os estudantes enfrentam desafios como a escassez de recursos e a barreira do idioma, aprendendo a trabalhar em condições adversas enquanto oferecem assistência médica essencial. A universidade promoveu, também, a Missão RS, que aconteceu em comunidades quilombolas do Rio Grande do Sul, levando atendimento médico às regiões remotas.

— Nossos estudantes participam de Missões que se distanciam de nossas sedes, mas, que fazem parte de vazios assistenciais do nosso país e fora dele. Através dessas experiências, eles adquirem capacidade de gestão e administração em saúde, perfil de liderança e aprendem a trabalhar sentimentos de retribuição e resiliência — explica Rodrigo.
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