O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, cobrou o encaminhamento à Corte do relatório de monitoramento do ex-presidente Fernando Collor, que está em prisão domiciliar desde o dia 1° de maio, em até 24 horas pela Secretaria de Estado de Ressocialização e Inclusão Social de Alagoas. Collor chegou a ficar um dia e meio com a tornozeleira eletrônica desligada “por falta de bateria”, em maio. As informações são da CNN.

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Moraes chegou a alertar Collor sobre a possibilidade de decretar prisão preventiva para o ex-presidente após ter conhecimento, depois de cinco meses, sobre o desligamento da tornozeleira eletrônica durante o período.

A secretaria respondeu, após ser cobrada anteriormente para dar explicações, que os relatórios não foram enviados porque o órgão não sabia o endereço eletrônico do gabinete do ministro.

“A demora verificada decorreu exclusivamente da ausência de conhecimento prévio do e-mail institucional designado para recebimento da requisição, somada à necessária cautela administrava que rege o envio de informações oficiais. Superada a dúvida quanto à origem e à segurança da comunicação, as providências cabíveis foram imediatamente adotadas, com o envio integral dos relatórios requisitados ao e-mail”, escreveu o governo de Alagoas.

Prisão de Collor

Fernando Collor está preso desde abril de 2025 após análise de recursos de Collor sobre uma condenação de 2023 a 8 anos e 10 meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro em um processo da operação Lava Jato, com desvios na BR Distribuidora.

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A defesa dele comprovou que Collor foi diagnosticado com Parkinson em 2019, além de ter outras comorbidades como privação de sono crônica e transtorno bipolar. Com isso, ele está em prisão domiciliar, e precisa usar tornozeleira eletrônica.