O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) deu 24 horas para a defesa de Jair Bolsonaro explicar a arma encontrada com um militar do Exército atribuída ao ex-presidente nesta terça-feira (16) durante uma blitz da Polícia Militar. A informação é da GloboNews.

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A arma foi encontrada com um servidor identificado como Estácio Leite da Silva Filho, que atua na segurança do ex-presidente. Na decisão, Moraes questiona o motivo de Bolsonaro ter uma arma de fogo em casa com carregador sobressalente e a razão pelo qual “às vésperas do encerramento do período de 90 dias concedido a título de prisão domiciliar humanitária, esse condenado solicitou a condição de reparo no armamento”.

Para além disso, Moraes também quer saber se a revista feita no condomínio de Bolsonaro antes de visitas em carros está sendo cumprida com rigor.

Arma foi encontrada durante blitz

Uma arma do ex-presidente Jair Bolsonaro foi encontrada com um militar do Exército Brasileiro durante uma blitz da Polícia Militar em Taguatinga, no Distrito Federal, na madrugada desta segunda-feira (15). 

Conforme a Polícia Militar, o homem, que conduzia um veículo oficial, estava com um arma institucional e outra sem a documentação no local. O militar afirmou à polícia que a arma pertenceria a outra pessoa.

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A abordagem foi realizada no km 79 da rodovia DF-001. Segundo a PM, o militar foi levado para a 21ª Delegacia de Polícia.

Ex-presidente cumpre prisão domiciliar desde março

ex-presidente cumpre pena em casa desde março, quando recebeu alta hospitalar após tratar uma broncopneumonia. A Justiça autorizou a transferência do complexo da Papuda para o domicílio por 90 dias, com concessão do ministro Alexandre de Moraes. Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado.