Uma motorista de aplicativo foi sequestrada, extorquida e assassinada após aceitar uma corrida em Videira, no Meio-Oeste de Santa Catarina, com destino a Fraiburgo, na mesma região, na terça-feira (24). O corpo de Silvana Nunes de Almeida de Souza, de 39 anos, foi localizado em uma área de mata nesta quarta-feira (25). O suspeito do crime foi preso e confessou o caso.
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Segundo a Polícia Civil, Silvana desapareceu na terça-feira (24) em Videira, por volta das 22h30min, ao aceitar uma corrida para o município vizinho. No local, ela foi feita refém e teve a liberdade restringida.
O suspeito, conforme a Polícia Militar, exigiu R$ 5 mil da família para liberar a vítima, mas o marido de Silvana conseguiu enviar apenas o valor de R$ 2,1 mil, via Pix, para a conta dela. Após o recebimento, a motorista foi obrigada a realizar duas transferências para uma conta bancária de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul.
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Segundo as investigações, o homem devia dinheiro para o irmão do titular da conta gaúcha à qual Silvana enviou a quantia. Ele teria usado o dinheiro para quitar essa dívida pessoal.
Corpo foi encontrado em área de mata de SC
Mesmo após os pagamentos, Silvana foi morta com disparos de arma de fogo e o corpo foi escondido em uma área de mata. De acordo com a Polícia Civil, o celular dela foi descartado à beira da SC-355, enquanto o carro foi encontrado em Videira.
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O suspeito foi localizado em fuga e preso por volta das 19h desta quarta-feira, em Joaçaba, e confessou o crime. O corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exames periciais.
O caso é investigado como extorsão e ocultação de cadáver pela Polícia Civil.
Segunda motorista de aplicativo morta em menos de uma semana
O assassinato de Silvana é o segundo caso de morte de motorista de aplicativo registrado em Santa Catarina em menos de uma semana. Na manhã de terça-feira, o corpo de Alice Dresch, motorista de aplicativo de 74 anos, foi localizado às margens de um riacho no bairro Gavião, em Canelinha, na Grande Florianópolis.
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De acordo com a família, Alice trabalhava há cerca de cinco anos como motorista de aplicativo e era “uma pessoa ótima”, que “nunca fez mal para ninguém”.
Segundo a PM, o corpo apresentava sinais de violência. De acordo com o delegado Danilo Bessa, responsável pelo caso, há indícios de um suspeito pelo crime.
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