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    "Mudança não pode nos dar um relaxamento", diz secretário sobre Grande Florianópolis no mapa da covid-19

    Secretário de saúde da Capital cita dificuldade em baixar a taxa de transmissão

    18/11/2020 - 11h27

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    Jorge
    Por Jorge Jr.
    Taxa de transmissão é um dos problemas
    Taxa de transmissão é um dos problemas
    (Foto: )

    A região da Grande Florianópolis deixou de situação gravíssima para grave no mapa de risco do coronavírus do Governo do Estado. O secretário de saúde da Capital, Carlos Alberto Justo da Silva, o Dr. Paraná, em entrevista ao Notícia na Manhã, comentou que um dos problemas está na dificuldade de diminuir a taxa de transmissão do coronavírus.

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    - Enquanto estiver no índice 1, 0.9 de taxa de transmissão, nós estamos num patamar muito alto. Essa mudança (de gravíssimo para grave) que aconteceu não pode nos dar um relaxamento na direção de que as coisas estão bem e que não precisamos mais nos cuidar.

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    Outro fator apontado pelo secretário de saúde é o relaxamento das pessoas em relação ao coronavírus, com aglomerações e festas. Por conta disso, segundo ele, a fiscalização será ampliada para coibir esses eventos.

    - Nós estamos fazendo uma estabilização da doença em nível alto, o que possibilita progressivamente que qualquer descuido de final de semana que as pessoas abandonam o distanciamento a gente volta para uma situação extremamento grave. O que nós estamos vendo aqui em Florianópolis é que vamos ampliar a nossa fiscalização inclusive nesse tipo de evento que causa um grande índice de contaminação, como festas clandestinas. 

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    A nossa visão é que Florianópolis ainda se encontra com uma alta taxa de transmissão. Precisamos conscientizar as pessoas para diminuirmos essa taxa, e a gente não contribui pra isso quando não obedece os protocolos de distanciamento social previstos

    Ouça a entrevista completa

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