A influenciadora Yasmin Castilho teve o perfil suspenso no Instagram nessa quarta-feira (24). A itajaiense, que ficou famosa nas redes sociais ao compartilhar a rotina, falar sobre a vida amorosa e maternidade, teve a conta bloqueada supostamente por uma ordem judicial. Ela acumula mais de 5 milhões de seguidores no Instagram.
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Os fãs de Yasmin notaram que o perfil da influenciadora estava fora do ar e constava apenas a mensagem “Conta não disponível. Isso acontece porque estamos acatando uma ordem judicial para restringir esse conteúdo”, informada pela própria plataforma.
Em vídeo publicado nas redes sociais do marido, Yasmin aparece tranquilizando os seguidores. Ela diz que está tudo bem, se mostra tranquila e afirma que a conta logo será recuperada.
— Quando a gente viu que saiu do ar, e vimos que era judicial, não deu nem um gelinho no coração porque a gente sabe que não deve nada a ninguém e tem um jurídico bom — afirmou.
Segundo nota da equipe da influenciadora, a suspensão tem relação com as novas regras sobre exposição de crianças nas redes sociais.
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Perfil de Yasmin está suspenso no Brasil
Exposição de filhos foi a causa de suspensão
Segundo a equipe da influenciadora, a decisão foi tomada pela própria plataforma Meta, devido à utilização da imagem dos filhos de Yasmin nas redes sociais. A equipe se manifestou através de nota e afirmou que já realizaram os procedimentos cabíveis e agora aguardam a liberação do perfil da catarinense. Leia na íntegra:
“Na última terça-feira (24), o perfil oficial de Yasmin Castilho foi suspenso pela Meta para usuários no Brasil.
A suspensão ocorreu de forma inesperada. Até então, não havia sido recebida uma notificação diretamente na plataforma que permitisse à equipe tomar conhecimento prévio da necessidade de apresentação do alvará judicial relacionado ao uso de imagem dos filhos da criadora.
Assim que a suspensão foi identificada, a equipe localizou a solicitação, reuniu a documentação necessária e anexou imediatamente o alvará já existente, expedido pela Justiça, que autoriza a participação das orianças nos conteúdos previstos.
Desde então, seguimos aguardando a análise da Meta para o restabelecimento da conta.
Paralelamente, nossa equipe jurídica está acompanhando o caso e trabalhando na adequação às recentes diretrizes adotadas pela plataforma. Ao longo de toda a trajetória da Yasmin, a utilização da imagem dos filhos sempre ocorreu de forma responsável, observando a legislação vigente e mediante autorização judicial quando exigida.
Compreendemos e apoiamos o avanço de medidas que promovam uma proteção cada vez maior à imagem e aos direitos das criangas no ambiente digital. A preservação dessa imagem sempre foi, e continua sendo, um compromisso da Yasmin e de toda a sua equipe.
Como se trata de um cenário novo e de recentes adequações na aplicação dessas regras, seguimos colaborando integralmente com a plataforma para atender a todos os requisitos necessários.
Estamos confiantes de que a situação será resolvida em breve e permanecemos à disposição para realizar quaisquer adequações que se façam necessárias.”
Quem é Yasmin Castilho?
Natural de Itajaí, a influenciadora digital Yasmin Castilho ganhou notoriedade nacional nas redes sociais ao produzir conteúdos sobre cotidiano, humor e estilo de vida. Atualmente, ela tem milhões de seguidores em diferentes plataformas.
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Nos últimos anos, a criadora de conteúdo passou a abordar temas ligados à maternidade, família e fé. Além disso, ela também lançou o livro “Até que Ele seja tudo em mim”, em janeiro de 2026. Yasmin é casada com Lucas Provesi, e mãe do Bento e da pequena Elis.
Nova restrição a redes sociais imposta pelo STF
Nesta semana, a resolução de que crianças e adolescentes precisam de autorização judicial em casos de exposição comercial nas redes sociais, tanto em rede própria quanto em canais de adultos, começou a valer. A determinação está prevista no Estatuto Digital da Criança e do Adolescente.
A norma determina que, caso os chamados influenciadores mirins não tenham o alvará, os conteúdos devem ser suspensos imediatamente pelas plataformas digitais, enquanto a situação não for regularizada. Redes sociais como o Instagram, TikTok, YouTube e Facebook também não podem monetizar ou impulsionar conteúdos que explorem habitualmente a imagem de menores sem autorização judicial.
O ECA Digital está em vigor desde março, mas a legislação deu rês meses para a estas normas relacionadas às plataformas digitais começarem a valer.
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Na última sexta-feira (12), o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) encaminhou um ofício às principais plataformas digitais, como a Meta, dona do Instagram, com recomendações para adequação à nova legislação, na parte que trata das atividades artísticas online de crianças e adolescentes. Os perfis devem ser notificados sobre a obrigatoriedade de autorização judicial.
Porém, nos primeiros meses de vigência da norma, admite-se, temporariamente, o comprovante de protocolo do requerimento para justificar a regularização em curso.






