Os moradores dos prédios de luxo George VI e Francisco I, em Itapema, contam com uma característica bem europeia dentro dos apartamentos: a água que sai das torneiras é tratada com ozônio. Inspirados na monarquia britânica, os empreendimentos inovaram no setor imobiliário ao apresentar o sistema, que no Brasil normalmente é atrelado ao tratamento de piscinas.

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Países como França e Alemanha usam o ozônio para o tratamento municipal há décadas. A substância é amplamente utilizada também em áreas como saúde e em indústrias de alimentos e bebidas pela eficácia na desinfecção. Sabendo disso, a Gessele Empreendimentos decidiu levar o sistema para os reservatórios de alguns dos prédios erguidos pela empresa.

“A tecnologia traz benefícios tanto para as áreas de lazer quanto para o dia a dia dos moradores. Nas piscinas, substitui ou reduz o uso do cloro, diminui irritações na pele e deixa a água mais agradável. Já no consumo direto, melhora o sabor e elimina bactérias”, explicou a construtora.

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Além do sistema de purificação, há outras práticas sustentáveis adotadas pelos prédios que foram divulgadas: gestão de resíduos de obra com reciclagem e coleta seletiva, tratamento e reuso das águas residuais, captação de água da chuva para áreas comuns, infraestrutura para recarga de veículos elétricos, e programas educativos em escolas locais para conscientização sobre preservação da natureza.

— Nosso objetivo é que cada família perceba esse cuidado em detalhes que fazem diferença: na água mais pura, na eficiência energética, na redução de impactos ambientais e em soluções que transformam os empreendimentos em verdadeiros legados para o futuro — disse Paula Gessele, vice-presidente do negócio.

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