Para quem adora curtir um dia de sol, mas deseja variar o repertório, a reserva natural Alto dos Macacos em Camboriú, pode ser uma ótima opção de passeio para aproveitar um dia refrescante em meio à natureza. Conhecida como o “Balneário das Cachoeiras”, o parque é um espaço de preservação ambiental, que conta com cachoeiras, piscinas naturais e trilhas.
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O espaço abrange a Cachoeira Seca, que leva esse nome porque em alguns trechos, a água passa por baixo das pedras, e só é possível ouvir o barulho da corrente, sem ver de fato a água. Além disso, outras cinco quedas d’água fazem parte da reserva, sendo a principal com 30 metros de altura, formando um piscina natural cristalina e refrescante.
Para os aventureiros de plantão, o local também conta com trilhas e atividades de aventura como o rapel. Já para quem busca um dia de lazer em família, o espaço disponibiliza churrasqueiras para locação, espaço com mesas e cadeiras para curtir o almoço com amigos e também uma lanchonete, que serve hambúrgueres e sanduíches.
Horários e Valores
O Alto dos Macacos abre às portas para visitantes de quinta à segunda-feira, durante a temporada de verão. Em 2026, o parque estará aberto até o feriado de Páscoa. O horário de funcionamento é das 9h às 18h. O valor da entrada, pode varia de acordo com o gênero e idade.
- Homem R$ 50
- Mulher R$ 40
- Criança R$ 30
- Idoso R$ 30
- Combo Família: 2 adultos + 2 crianças R$110
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Além disso, a alimentação é cobrada a parte no parque, que dispõe de uma lanchonete, e oferece o aluguel de churrasqueiras, que custa R$ 70 a diária. Uma das trilhas, feita com guia, também é opcional e paga separadamente, no valor de R$ 20 por pessoa.
Estrutura do parque
História da Reserva
A história do Parque Alto dos Macacos começou bem antes do local se tornar um destino de ecoturismo. Tudo começou com um antigo engenho construído em 1907, ampliado em 1930 e refeito em 1964, que movimentou a economia rural por décadas na região.
Movido pela força da cachoeira, o sistema de rodas d’água acionava engrenagens usadas tanto na produção de cana, açúcar e café quanto no funcionamento de uma serraria instalada na propriedade. Segundo Thales Jacobsen, proprietário do espaço, as terras fazem parte da família há decadas.
— A minha família chegou na localidade em 1988 quando comprou a propriedade lá. A serraria ela cessou no início da década de 90. Desde então começou um trabalho de ecoturismo. A natureza por si só foi fazendo a recomposição florestal, e tem quatro anos que a gente faz a gestão nesse modelo parque — explica.
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Hoje, a reserva reúne quatro propriedades privadas situadas na bacia do rio Camboriú, que se uniram para valorizar o patrimônio natural e estruturar um parque de cachoeiras voltado ao turismo sustentável. A proposta é aliar preservação ambiental, educação ecológica e geração de renda, consolidando o espaço como atrativo turístico alinhado aos princípios de conservação.











